Pedra de Metal

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sábado, 28 de novembro de 2015

Celebrações no CERCO DA NOITE FEST I




As bandas CORPUS CHRISTII, MORTE INCANDESCENTE, DECAYED e IRAE comemoram, no dia 19 de Dezembro, momentos importantes das suas existências, este evento terá o nome de "CERCO DA NOITE FEST I". No caso dos IRAE, vão iniciar a noite com uma actuação exclusiva ao album "Terror 666" de 2006, a seguir serão os lendários DECAYED que comemoram, nesse dia, os 25 anos de existência, os MORTE INCANDESCENTE são os penúltimos do cartaz com um momento, de igual modo especial, dedicado aos dez anos do album "Coffin Desecrators", finalmente será a altura dos CORPUS CHRISTII subirem ao palco para celebrarem os quinze anos do album "Saeculum Domini". Com abertura das portas às 21:30h e início marcado para as 22:00h.


Localização:

Le Baron Rouge - Rock Hangar
Estrada Militar 66, 2730-226 Barcarena, Oeiras



terça-feira, 29 de maio de 2012

SARDINHA DE FERRO II – Dia 30 de Junho no SIDE B em Benavente


A 2ª edição do SARDINHA DE FERRO a decorrer no sábado dia 30 de Junho e a iniciar-se às 17:00h. Com nove bandas no cartaz que já fazem parte do património histórico do metal português e com outra vinda de Espanha.


BANDAS:

OMISSION - Thrash Metal (Espanha)

CORPUS CHRISTII - Black Metal

FLAGELLUM DEI - Black Metal

BLEEDING DISPLAY - Death Metal

MIDNIGHT PRIEST - Heavy Metal

ANGRIFF - Thrash Metal

VIZIR – Porno/Grindcore

REVTEND - Thrash Metal

INQUISITOR - Thrash/Speed Metal

BRUTAL BRAIN DAMAGE - Grindcore/Brutal Death Metal

segunda-feira, 2 de janeiro de 2012

CORPUS CHRISTII - Festejam os seus 14 anos de existência no Side B


Os Corpus Christii festejam o seu 14º aniversário no Side B já no próximo Sábado dia 07 de Janeiro pelas 22h e entrada a 5 euros, onde a própria banda dará um concerto muito especial.

terça-feira, 13 de dezembro de 2011

XV SWR Barroselas MetalFest


2012 é o ano em que o SWR Barroselas Metalfest comemora o seu 15º aniversário, festival a acontecer de 26 a 30 de Abril em Viana do Castelo.

Com o cartaz longe de estar fechado, podemos já contar com nomes de peso como os noruegueses Immortal, Whiplash, Candlemass (pela primeira vez em Portugal!) e os portugueses Corpus Christii! Bandas que com certeza aguçam o apetite dos fiéis seguidores destas sonoridades.

Está já disponível (até dia 31 de Janeiro de 2012) o Pack Especial de Natal que inclui o Passe para todo o festival e uma série de brindes tais como: t-shirt, isqueiro, pins, um copo e muito mais... tudo artigos exclusivos, pelo preço de 75 Euros.

Ficamos a aguardar mais confirmações!



quinta-feira, 10 de novembro de 2011

Before The Rain - Lançamento Oficial de "Frail" Hoje!

Os Before The Rain apresentam oficialmente o seu novo trabalho "Frail" hoje, dia 10 de Novembro!

O palco escolhido para esta noite é a República da Música em Alvalade, para o único concerto da banda marcado, até à data, em território português.

Este segundo registo dos Before The Rain conta já com a participação do novo line-up: o norte americano Gary Griffith na voz, Carlos Monteiro na Guitarra e Joaquim Aires na bateria, que se juntam assim a Valter Cunha e Pedro Daniel.

A primeira parte do evento de hoje fica a cargo dos Corpus Christii, que terão oportunidade de tocar temas do seu mais recente trabalho "Luciferian Frequencies".

As portas abrem às 21 horas  e a entrada é de Dez Euros.


República da Música - morada: Rua do Centro Cultural, 27B, 1º, 1700-106 Lisboa
site: https://www.facebook.com/pages/Republica-da-Musica/134882013240690

Before The Rain - site Oficial:  http://www.beforetherain.net/
Myspace: http://www.myspace.com/beforetheraindoom

Corpus Christii - Myspace: http://www.myspace.com/corpuschristii666

sábado, 10 de setembro de 2011

LIVE REPORT – Summer Enslavement 2011 (2º dia)


No sábado, eram cerca de 18 horas, quando os Crepúsculo Maldito subiram ao palco com o seu necro/punk/hardcore. Abriram assim as hostilidades de uma maneira bastante bem disposta e com uma boa reacção por parte do público. O culto à cerveja, foi o assunto que serviu como base na maioria dos temas tocados e bem disputados pelas vozes masculina e feminina, ambas aliadas às tradicionais malhas desta onda.

Oriundos do Alentejo, os Canchroid são a segunda banda que se segue. Trouxeram consigo um technical/brutal/death-metal bem executado e de forma original ao juntarem, por entre a brutalidade do seu som, a técnica com um acrescento de jazz. “Decapited Soldiers From The Apocalypse” e “Blessed Bodies” foram tocados por uma banda com boa atitude em palco e com um vocalista, por duas vezes, a entrar no mosh com o público.

Mother Of The Hydra, foi a banda que mais marcou a diferença, deram entrada ao som de uma intro fantasmagórica que, durante uma boa meia hora, trouxe uma aragem gélida para o local. V-Kaos e os seus músicos, apresentaram um black-metal de linhas experimentais e muito cerimoniosos, em palco encontrava-se uma pequena mesa com um cálice, um prato com pão entre outros adereços. Mantiveram-se concentrados ao máximo, numa interpretação de teor muito ritualista e algo "cénica", feita de temas mais pesados e outros com passagens mais calmas, de voz limpa e cristalina com declamações pelo meio. Ao som do outro, abandonaram, misteriosamente, o palco sem dirigirem uma única palavra ao público.
Após um longo momento de espera, eis que entram os Echoes Of The Fallen Messiah que, aos poucos, começam a habituar o público em acreditar que desta vez é para continuar no activo. No Summer Enslavement, a palavra manteve-se, com um estilo bem diferente ao que tocavam no seu início, actualmente situam-se no melodic/death-metal de estilo sueco e com influências thrash, a única banda, neste evento, a utilizar teclados. Demoraram tempo para começarem a actuar, mas compensaram e desempenharam bem o seu papel.

O speed/thrash-metal puro e de recorte clássico, chegou pelas mãos dos Inquisitor, uma banda que conta com estatuto vincado no thrash português. O colectivo da margem sul de Lisboa, tocou malhas como “Speed Metal Legion”, “Face The Witch” e “Iron Preacher” onde não faltaram os riffs afiados e solos com tappings, como manda a regra. Uma banda composta de elementos jovens, mas com grandioso espírito da velha guarda.

Quase na recta final, e com uma intro orquestral surpreendente, é a vez dos Flagellum Dei, a “grande novidade” do evento, após um longo período em silêncio, apresentaram-se com uma formação reestruturada, black metal mais devastador e excelente presença em palco. Apostando numa interpretação mais ritualista, o vocalista Hellraiser, com a sua constante pose imperial, foi o mestre de cerimónias que, em algumas vezes, elevou às alturas a caveira de um bode. “Order Of The Obscure”, “Conjures Fire” e o tema em português “Ossadas”, fizeram parte de uma set-list recheada, apenas, por temas que irão sair no próximo álbum.

Por fim entraram os Corpus Christii, a grande atracção do segundo dia, considerados pela esmagadora maioria como o expoente máximo do black-metal português, fecharam as cortinas do espectáculo de forma poderosa, como não poderia deixar de ser. O recente álbum “Lúciferian Frequencies” foi um dos principais registos da sua actuação, embora tivessem tocado temas de trabalhos anteriores. Nem a falha de desempenho de uma das colunas, conseguiu tirar a qualidade e a raça desta imponente banda que continua, cada vez mais, a marcar presença em palcos além fronteiras.

sexta-feira, 5 de agosto de 2011

ENTREVISTA - Corpus Christii


Corpus Christii, nome que já dificilmente passa despercebido a muitos apreciadores de black metal, principalmente pelo seu curriculum discográfico e das digressões por vários pontos da Europa. Mais uma vez nos surpreendem e cimentam o seu prestígio com a nova obra, “Luciferian Frequencies”. O multi-instrumentista e criador, Nocturnus Horrendus, em resposta à entrevista, dá-nos a correcta definição de fidelidade aos seus princípios...

Pedra de Metal – A título de curiosidade, para compores este álbum, repetiste a mesma proeza como em “Torment Belief”, de passares dois dias seguidos sem dormir pelo meio?
N.H. -
Não, desta vez tive um processo mais longo em gravar riffs e criar estruturas em casa, a fazer demos antes de ir para estúdio. Ainda foi um processo longo, tive algumas vezes ajuda do Angel-0 e o J a trabalhar nas músicas. Mas mesmo assim fui para estúdio com imenso trabalho a ser feito, mais guitarras, todas as linhas de baixo, alguns leads, toda a percussão e claro as vocais. Tive 15 dias em estúdio e mesmo assim sai de lá sem ter o album acabado, não conseguimos finalizar a mistura a tempo. Portanto tudo demorou mais tempo do que o desejado.

P.M. – Foi a Candlelight Records a dar o primeiro passo para te oferecer um contracto ou foste tu a procura-los?
N.H. -
Tínhamos algumas labels que tinham dado um passo em querer assinar Corpus Christii, mas no final contactamos um manager que a vida dele é mesmo essa e ele falou com as labels e tentou arranjar negócios melhores. Pois até o primeiro contracto da Candlelight não era muito satisfatório. Não sei se faria o mesmo nos dias que correm, mas uma pessoa está sempre a aprender.

P.M. – E quanto à reacção por parte da editora, também estão satisfeitos com o trabalho final?
N.H. - Não sei pois eles não comentam, bastante triste por parte deles, mas ao menos tenho toda a liberdade possível para fazer o que quero. Para eles é tudo negócio, coisa que me irrita profundamente mas não há nada que possa fazer agora. Afinal de contas o que interessa são as bandas e a música, não as editoras.

P.M. – Será “Luciferian Frequencies” o inicio de uma nova trilogia?
N.H. -
De forma alguma, não me vejo a fazer outra trilogia, mas nunca se sabe pois a trilogia que fiz não foi pensada. Aconteceu simplesmente. Tento não pensar muito nessas coisas, foco sim num álbum e o que vou fazer com ele, dar o meu todo e além disso se possível.

P.M. – No que toca à maneira foi produzido, achas que este novo álbum também abre um novo capítulo na história dos Corpus Christii?
N. H. -
Acho a produção é semelhante ao que fizemos com o Daniel Cardoso em Braga, a diferença sim que fui com muito mais material e estivemos em Bruxelas numa cave a gravar. Normalmente sei o que quero e seja onde for que esteja a gravar, faço o que quero, não deixo os produtores meterem muito as suas mãos. A música é minha, é a minha vida e nenhum produtor me vai tirar isso. Mas ideias novas são sempre bem vindas, agora eu aceitar ou não é outra coisa.

P.M. – O vinil é um formato em que vais sempre apostar?
N. H. -
Pois claro, não vejo futuro no formato digital, pelo menos não em CD.
O regresso às origens será o futuro, ter algo material que se pode tocar, apreciar, ler, coleccionar. Tanto vinil como cassetes. A nova geração está finalmente a descobrir os formatos analógicos e acho que possam vir a apreciar tanto como nós os old school apreciam. Não vejo identidade nenhuma em simplesmente sacar música e ouvir em colunas merdosas de PC. Tanto que no final acaba sempre por ser esquecido num ficheiro qualquer e acho isso realmente desinteressante.

P.M. - A inclusão de um DVD é sempre uma ajuda para complementar a discografia de uma banda. É uma ideia que já te passou pela cabeça?
N.H. -
Não. Já, me falaram nisso inúmeras vezes, mas maior parte das vezes seria filmagens de concertos, mas para se ver um concerto vais ao concerto, sentes tudo de uma forma completamente diferente e sim marcante. Estamos sim a pensar fazer outro videoclip, mas para isso tens o Youtube ou uma merda qualquer parecida.

P.M. – A digressão com os Inquisition, Revenge e The Stone é a maior da tua carreira?
N.H. -
Não, pois serão 16 datas e já fizemos uma digressão de 19 datas se não estou em erro. Mas verdade que estou com receio pois tem sido alguns anos sem uma longa tour, uma coisa são fazer 5 datas seguidas, outra são 16. É muito duro fazer uma tour com o nosso estilo de vida, isto sendo com tanta decadência e depois concertos tão intensos. Dou o litro em cada concerto, fico mesmo estafado ao ponto de não conseguir falar depois de um gig, agora imagina isso durante 3 semanas seguidas. Poucas as bandas em Portugal que sabem o que isso é, estar na estrada, beber todos os dias e tanto mais e depois fazer o mesmo no dia seguinte, isto com umas poucas horas de dormida e imensos KM´s pelo meio. Mas é sempre uma aventura e adoramos, conhecemos sempre pessoas novas, damos concertos memoráveis e passamos por experiências que nos ficam marcadas na nossa alma. Se fosse escrever um livro sobre as aventuras na estrada seria no mínimo um livro bem interessante de se ler.

P.M. – A formação em palco continua a ser a mesma?
N.H. -
Sim, não há razões de mudar agora, temos uma boa química e acho que todos estão dedicados. Pode haver alguns que possam ter menos experiência na estrada ou mesmo no Black Metal mas somos todos amigos e sabemos lidar uns com os outros. Coisa fulcral numa banda para poder andar para a frente. Mas com tantos azares com line-ups, que estou certo que um dia destes alguém vai ter de sair ou algo assim, ser um membro em Corpus Christii não é tarefa fácil.

P.M. – Mudando agora um pouco de assunto, para além de Corpus Christii existe ainda um outro projecto teu chamado Coldness onde, de igual modo e segundo parece, também tocas todos os instrumentos e cantas. Podes nos falar um pouco dele?
N.H. -
É um projecto que tenho parado há uns anos, gravei uns novos temas mas ainda não finalizei o trabalho. Tenho de ter um “mind set” especifico para gravar Coldness e não tem acontecido ou não tenho estado em situações onde possa gravar ou tenha o meu material. Mas há de sair algo novo sem dúvida, o que posso referir é que é tudo improvisado como todos os lançamentos anteriores, crú e feio, mesmo crú e mesmo feio. De momento tenho sim estado a acabar a nossa gravação de Morte Incandescente, iremos ter um novo vinil 10´´ no final do ano pela nossa editora.

P.M. – Para finalizarmos, podias deixar uma mensagem para todos os leitores da Pedra de Metal?
N.H. -
Entreguem a vossa alma à Luz.

segunda-feira, 1 de agosto de 2011

CORPUS CHRISTII - Em digressão pela Europa



Corpus Christii será uma das bandas, em conjunto com os The Stone, Revenge e Inquisition, a fazer parte de uma digressão chamada "Ominous Doctrines Over Europe 2011", onde irão por países como Holanda, Polónia, França, Austria, Dinamarca, etc...

Datas dos concertos:
Thu. 15.09. Arnhem/NL – Willemeen

Fri. 16.09. Oberhausen/D – Helvete

Sat. 17.09. London /UK – Elektrowerkz

Sun. 18.09. Roeselare/B – Throne Fest

Mon. 19.09. Nantes/F – Ferraleur

Tue. 20.09. Paris /F – Glazart

Wed. 21.09. Day off

Thu. 22.09. Montpellier/F – Secret Place

Fri. 23.09. Milano/IT – Zoe Club

Sat. 24.09. Ljubljana/SLO – Channel Zero

Sun. 25.09. Vienna/AT – Escape

Mon 26.09. Prague/CZ – Matrix

Tue 27.09. Day off

Wed 28.09. Krakow/PL – venue TBA

Thu. 29.09. Poznan/PL – U Bazyla

Fri. 30.09. Berlin/D – K17

Sat. 01.10. Neustadt/Orla/D – Wotufa Saal

Sun 02.10. Ingolstadt/D - Paradox

domingo, 24 de julho de 2011

PEDRAGULHO - Corpus Christii "Luciferian Frequencies"


Há, aqui presente neste disco, uma alma em constante apelo, em constante proclamação da Palavra, objectivo em que Nocturnus Horrendus nunca baixou os braços e continuará incansavelmente…

De contracto assinado com a conceituada Candlelight, reforça ainda mais o estatuto que a banda, para muitos, tem alcançado com o passar dos tempos, a de expoente máximo do black-metal português e a que, dentro do mesmo estilo, apresenta maior numero de concertos no estrangeiro. Apesar de estar metido num número considerado de bons projectos, Corpus Christii é que é a sua chancela à qual presta prioritária vassalagem, contando já com oito álbuns gravados.

Até aqui, o interior musical dos álbuns de Corpus Christii, embora sempre com qualidade de composição, eram baços e com disturções de guitarra mais sujas. No caso do oitavo longa-duração da sua discografia, “Luciferian Frequencies”, a coisa tornou-se diferente, é um álbum que se define, por um black-metal praticado de uma forma sonora mais polida e cristalina, as partes lentas e rápidas, minuciosamente, melhor colocadas e nos tempos certos, as partes de guitarra tecnicamente mais variadas e com uma tonalidade mais grave que o habitual, as batidas continuam tempestuosas mas mais melódicas em andamentos calmos, um bombo mais nítido e rápido, a voz também não perdeu a sua pureza “trágico-misantrópica”, sempre em timbre acentuado de desabafo e de revolta, como da única oportunidade de o fazer se tratasse. Sem dúvida que “Luciferian Frequencies” é o álbum que apresenta o melhor trabalho de produção da história dos Corpus Christii, em que permanece, como é obvio, o carácter bélico na cruzada constante contra o cristianismo, na defesa e glorificação da ideologia satânica.

http://www.myspace.com/corpuschristii666

quinta-feira, 23 de junho de 2011

CORPUS CHRISTII - Novo album disponivel!!



Corpus Christii, a banda de black metal portuguesa com mais projecção no estrangeiro, acaba de lançar o seu ultimo trabalho. Luciferian Frequencies é o titulo deste "colosso musical" assinado pela conceituada Candlelight, um trabalho marcado pelo caminho de ascenção que esta grande banda tem conquistado, revelando assim, o crescimento gradual na qualidade e no rigor de Nocturnus Horrendus. O preço do CD é de 12 € mais portes, quem quiser ter um exemplar deste album, basta entrar em contacto através deste email: info@nightmareprod.com .

Aqui está um link para ficarem com uma noção desta grande obra:
http://www.reverbnation.com/corpuschristii



Tracking List:
1. The Gate
2. The Owl Resurrection
3. Crystal Glaze Foundation
4. The Styx Reflection
5. Picatrix
6. Deliverer of Light
7. The Infidels Cross
8. Be Dark Thy Light
9. Paths of Human Puzzles
10. In The Rivers of Red




terça-feira, 10 de maio de 2011

XI Blindagem Metal Fest

O Blindagem Metal Show, volta a mostrar, no dia 25 e 26 de Junho, toda a sua polivalência ao acolher 16 bandas nacionais, totalizando mais de 50 músicos no XI Blindagem Metal Fest e com um cartaz nacional de luxo. Será um importante evento cultural, o primeiro do género no Distrito, que irá, demonstrar todas as potencialidades musicais do metal nacional. Será um desafio exigente mas necessário, que as bandas do metal merecem. Um evento que se pretende futuramente ter regularidade e entrar na programação cultural na zona e na rotina dos públicos. O Pavilhão Municipal Dr. João Rocha – Vagos, por várias razões é um lugar apetecível para espectáculos, com uma boa capacidade de produção e mostrar que o metal é portanto o principal objectivo deste evento. Haverá, felizmente, intensidades diversas, ambientes diferentes: no ambiente sonoro das bandas, iremos mergulhar num rico complexo de passado e de presente, de euforia, melancolia e festa que nenhum outro ambiente musical nos proporciona