Pedra de Metal

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terça-feira, 29 de maio de 2012

SARDINHA DE FERRO II – Dia 30 de Junho no SIDE B em Benavente


A 2ª edição do SARDINHA DE FERRO a decorrer no sábado dia 30 de Junho e a iniciar-se às 17:00h. Com nove bandas no cartaz que já fazem parte do património histórico do metal português e com outra vinda de Espanha.


BANDAS:

OMISSION - Thrash Metal (Espanha)

CORPUS CHRISTII - Black Metal

FLAGELLUM DEI - Black Metal

BLEEDING DISPLAY - Death Metal

MIDNIGHT PRIEST - Heavy Metal

ANGRIFF - Thrash Metal

VIZIR – Porno/Grindcore

REVTEND - Thrash Metal

INQUISITOR - Thrash/Speed Metal

BRUTAL BRAIN DAMAGE - Grindcore/Brutal Death Metal

quarta-feira, 21 de março de 2012

NOITE DO CAOS - Dia 31 de Março no Birras Bar, Covilhã


A noite do caos e do terror será no Sábado, 31 de Março pelas 21:30 no Birras Bar na Covilhã e resume-se num só estilo, black metal. A ENTRADA É DE 4 Caos.

Inner Helvete (Black Metal)
www.myspace.com/queomundomorra

Flagellum Dei (Black Metal)
www.myspace.com/flagellumdei


PARA QUEM FOR DE LONGE, AQUI SE SEGUEM ALGUNS LOCAIS ONDE FICAREM HOSPEDADOS:

Pensao Avenida
Av. Republica, N 40 (junto ao jardim público)
6200 Covilha
Telf: 275 322 140

Residencial Panorama-Actividades Hoteleiras, Lda
Rua dos Bombeiros Voluntarios, N 9
6200-063 Covilha
(traseiras da Camara Municipal, junto a Igreja de Santa Maria)
Telf: 275 323 952
Fax: 275 327 384
r_panorama@sapo.pt
http://www.residencialpanorama.pt/

Residencial Covilhã Jardim
Avenida da Republica, n.40 (Jardim Público)
6200-196 Covilha
Tlf: (00351) 275 322 140
Fax: (00351) 275 322 142
geral@residencialcovilhajardim.com

quarta-feira, 14 de março de 2012

ENTREVISTA - Flagellum Dei


Temos aqui um bom exemplo, os Flagellum Dei conseguiram provar a todos que é possível remar contra a maré. Após inúmeras mudanças de formação e alguns anos parados, o líder Spulchral Winds e os seus novos Flagellum Dei estão de regresso ao activo. Agora é preciso manter toda esta energia e continuar a trabalhar. O guitarrista Spulchral Winds relembra-nos alguns aspectos sobre o passado da banda, assim como os seus novos métodos de trabalho, o novo álbum, etc...

Pedra de Metal – Do que sei, os Flagellum Dei surgiram nos finais da década de noventa, desde então quais foram os percursos que a banda tomou ao longo da sua existência?
Spulchral Winds -
Saudações!
Antes de mais queria agradecer ao pessoal da Pedra de Metal pelo apoio demonstrado a Flagellum Dei. O caminho já vai longo, é verdade, mas o que importa é que mantivemos a essência intacta ao longo dos tempos, mesmo com entradas/saídas de membro, não quero desfazer o passado, longe disso, foram grandes tempos! Curtimos muito, muito mesmo! Estávamo-nos a cagar para tudo e para todos e especialmente para o que diziam, nunca quisemos ser famosos, sempre tivemos na nossa, sem nunca entrarmos em polémicas e merdices sem jeito nenhum, queríamos era descarregar com black metal nu e cru e o resto era merda! Quem gosta, gosta, quem não gosta vá para o bar beber copos ou vá namorar, era essa a nossa atitude e ainda é essa a atitude que ire-mos levar até ao fim! De uma maneira normal as coisas com o passar do tempo foram-se alterando, há cerca de três anos mudei-me para a Marinha Grande e foi a partir daí que os Flagellum Dei tomaram um novo rumo, como disse atrás ‘’não quero desfazer o passado’’ muito pelo contrário, mas os tempos eram outros, éramos mais novos logo, levávamos as cenas doutra maneira, muito mais à bruta e sem olhar muito para o futuro, já podíamos estar muito mais à frente, isso é verdade, talvez algumas más escolhas no passado, não sei, mas a nossa cena era mesmo essa, ser tipo ‘’banda de garagem’’ nunca sair do underground, às vezes ouço falar de ser ‘’true’’ queres um exemplo melhor do que este? Enfim, com esta nova era, estamos a tentar sair um pouco mais da “toca”, estamos actualmente muito mais banda do que alguma vez fomos, isto num sentido mais “profissional”. Ensaiamos muito mais, compomos mais, interagimos mais etc… Só para teres uma noção, temos material para dois álbuns e um 7’’EP, sendo um destes trabalhos “Order of the Obscure”. Agora é manter o trabalho e gravar o próximo em breve…

P.M. – A banda, neste momento, encontra-se com a mesma formação de instrumentos tal como quando começou. Será um sinal inconsciente de se considerar que este novo álbum é um novo ponto de partida?
S.W. –
Sim, sem dúvida que é um novo ponto de partida para a banda, mas não pelo facto de voltarmos á formação de quatro elementos, até podíamos ser só os três ou mesmo cinco, não vou dizer que voltar à mesma formação foi ocasional, não. Foi pensado e discutido entre mim e o Skullcrusher (baterista), que Flagellum Dei precisava de algo diferente para o futuro, e como já tinha conhecimento da versatilidade vocal do Hellraiser decidimos convida-lo para fazer parte dos Flagellum Dei. O resultado está no novo álbum, na minha opinião, esta foi umas das grandes decisões que tomámos nos últimos anos.

P.M. – Com uma guitarra a menos que nas formações passadas, dá-vos mais liberdade para criar novos temas?
S.W. –
Sim, de certa forma ajuda, menos gente menos confusão, os temas são na sua maioria compostos entre mim e o Skullcrusher, depois vem o resto com novas ideias para completar, muito mais fácil este método. Para este novo álbum que vamos começar a trabalhar em breve, vou preparar uma linha de guitarra diferente, ou seja uma linha de guitarra independente. Depois veremos como resulta ao vivo sem essa guitarra, se acharmos que perde muito aí ponderemos uma segunda guitarra. Tudo dependera de como baixo complete a guitarra. O novo álbum já esta composto, mas ainda falta muito trabalho pela frente.

P.M. – Quais os pontos que foram marcantes para a realização de “Order Of The Obscure”?
S.W. –
O ponto mais importante para este álbum foi termos entrado no mercado alemão com a realização feita pela Pestilence Records, no fundo era o que desejávamos, e conseguimos. Agora é esperar para ver se realmente valeu a pena…

P.M. – Para quem ainda não ouviu o álbum, o que é que há dentro dele que nos possas contar e que leve os nossos leitores ao interesse de o adquirir?
S.W. –
Para quem conhece a banda desde os seus primórdios, este pode ser um choque, as novas músicas são de uma onda completamente diferente, com um tipo diferente de rifagem de guitarra, uma bateria muito mais rica e rápida, e o mais importante de tudo a voz, esta consegue nos tocar na alma em muito momentos do álbum. Na minha opinião o ‘’Order of the obscure’’ é um dos nossos melhores trabalhos até à data, a produção totalmente caseira e com recursos mínimos também faz deste, um álbum de puro black metal nu e cru. Quem espera ouvir isso também o terá, mas isto é como tudo, deixar a avaliação final para os ouvintes. Muitos dos nossos fãs, já queriam algo novo… aqui o têm.

P.M. – A capa deste vosso novo trabalho é da autoria de um fã da banda. Podes-me contar como tudo se passou?
S.W. –
Sim, que coincidência, de facto, nós estávamos completamente a zero no que diz respeito à capa, foi aí que o Andre da Pestilence Records disse que tinha um amigo que fazia artwork para bandas (o Sr. Marcus), nós concordámos, ele falou com ele e dai é que veio a surpresa, o homem era fã da banda já há muito tempo. O trabalho que ele fez foi fenomenal!

P.M. – Uma vez que o álbum foi lançado por uma editora alemã e, estando ele a ser muito apreciado e com excelentes valores atribuídos por diversas web-zines estrangeiras, achas que é muito provável serem chamados para actuar lá fora?
S.W. – Não vai ser fácil, mas espero que sim…

P.M. - Sempre houve uma preferência das pessoas pelo que vem de fora. Achas que, com o passar do tempo, está-se a tornar cada vez mais possível para as bandas de metal portuguesas conseguirem melhores resultados com os discos que vendem no seu próprio país?
S.W. – Não acredito. Não querendo generalizar, mas acho que as pessoas, na sua maioria, continuarão a dar preferência ao que vem de fora, mas assim, de certa forma até é melhor deixar que sejam os estrangeiros a valorizar a nossa música, sempre são mais, logo, compram mais discos.

P.M. – Chegou que o momento de deixares uma mensagem para os leitores da Pedra de Metal.
S.W. – Não tenho muito mais a adiantar…
Estamos de momento a começar a preparar o novo álbum, mas ainda queremos dar mais uns concertos por aí, espero que adiram e que apoiem mais o metal português no geral. Quem quiser contactar a banda pode faze-lo através do mail: FLAGELLUMDEI666@GMAIL.COM
Terei todo o gosto em responder.
Uma grande saudação a todos os nossos entusiastas e mais uma vez obrigado à Pedra de Metal pelo apoio.

BLACK METAL BLOOD FOREVER!

quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012

LIVE REPORT - Colhões de Ferro VII

No passado dia 04 de Fevereiro, realizou-se a sétima edição do Colhões de Ferro, no Centro de Juventude de Caldas da Rainha, desta vez mais dedicado ao black metal. Este ano a abertura do espectáculo foi dada de uma forma diferente, com uma demonstração de esgrima medieval, efectuada pela Associação de Esgrima de Caldas da Rainha.


Especial agradecimento a Peter Slaughter pelo leque de fotos fornecidas para esta live report.
Visitem os seus trabalhos fotográficos através de:
http://photoslaughter.blogspot.com/


Minutos após a demonstração de esgrima medieval, acima referida, deu entrada a primeira banda da noite, os caldenses MATTER, um trio composto por Turtle na voz, Devil Pig na guitarra e Barrasco na bateria.


Para muitos que lá estavam foi uma novidade, no meu caso era a segunda vez que estava a assistir a uma actuação deles, posso assegurar-vos de que, desde a sua estreia em Novembro, evoluíram consideravelmente a sua sonoridade e estão no bom caminho, pois o seu som era de puro abrasamento em todos os aspectos, soando, no meu ponto de vista a um death metal com tendências grind.


Seguiram-se os Göatfukk, a primeira banda de black metal da noite. Uma banda com traços muito próprios, acompanhando o seu black metal pode-se identificar também uma batida punk que lhe dá um toque bastante interessante.


A banda derramou temas agradáveis ao ouvido, bem tocados e cantados com alma. O vocalista mostrou-se bastante activo, por várias vezes na companhia da sua garrafa de Jack Daniel’s, tentando puxar pelo público que ateimava em se manter, mais ou menos, estático.


Chegamos a meio do concerto com o regresso de Vulturius ao palco Colhões de Ferro, com mais um projecto seu e um grande nome do black metal nacional, os IRAE. Mesmo com um baixo a mais e uma guitarra a menos, não deixaram de dar uma boa presença em palco nem o degredo, se bem que realmente mais uma guitarra teria feito a diferença.


O intervalo de cada tema, era preenchido com uma ambiência gélida e fúnebre feita por samples, entre pequenas filmagens de jazigos, mensagens escritas, simbologias, imagens de caveiras, etc… que passavam numa tela ao fundo do palco.


O moche e a violência surgiram “graças” aos Raw Decimating Brutality, o colectivo oriundo da Guarda, finalmente conseguiu um público que parecia estático até ao momento. Entre os vários temas que tocaram, não puderam faltar os referentes ao seu mais recente trabalho, “Obra Ó Diabo!!!”.


Para além da muito animada atitude em palco, foram também mais uma banda a passar filmagens durante “o seu direito de antena”, filmagens essas bem tortuosas e relacionadas com inserções de agulhas nos olhos e cortes na zona da íris.


A noite no auditório do Centro de Juventude terminou com mais uma banda aqui da zona, os Flagellum Dei. O concerto também serviu, para a banda, como festa de lançamento do seu último álbum “Order Of The Obscure”.


Mesmo com alguns problemas de som, que foram surgindo, os Flagellum Dei conseguiram mostrar, consideravelmente, as suas negras características. Como figuras na proa do cartaz, demonstraram confiança e ao mesmo tempo preocupados em proporcionar um bom espectáculo.

quarta-feira, 11 de janeiro de 2012

COLHÕES DE FERRO VII – Dia 04 de Fevereiro nas Caldas da Rainha


Este ano, está de volta mais uma edição do sonante “Colhões de Ferro” ao auditório do Centro de Juventude em Caldas da Rainha, com início marcado às 21:30h. O evento que servirá, de igual modo, de festa de lançamento do último álbum dos Flagellum Dei intitulado de “Order Of The Obscure”. Haverá também uma novidade, a actuação dos Matter, um novo projecto caldense e as habituais bancas de merchandising. E juntando tudo isto ao brutal leque de bandas, serão razões mais que suficientes para não perderem este espectáculo.

Preço do bilhete: 5 euros

Morada: Rua Vitorino Fróis nº22, 2500-256 Caldas da Rainha


BANDAS PRESENTES:

Flagellum Dei (black metal)
http://www.myspace.com/flagellumdei


Raw Decimating Brutality (grindcore)
http://www.myspace.com/rawdecimatingbrutality



Göatfukk (black metal)
http://www.myspace.com/goatfukkyou


segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

FLAGELLUM DEI - Apresentam o seu novo trabalho!


Seguiram-se quatro anos de silêncio, após o lançamento de “Under The Might” em 2007. O quarteto de Sepulchral Winds está de volta com um novo line-up(Marinha Grande e Caldas da Rainha), bastante dinâmico , trabalhador e com um black-metal surpreendente! O poderoso álbum “Order of the Obscure”, acaba de ser lançado hoje e tem a assinatura da editora alemã Pestilence Records. É a ambiciosa proposta que os Flagellum Dei têm para vos oferecer!



Artigos disponíveis:

Álbum em CD: “Order Of The Obscure” – 8 euros
T-shirt (frente e costas, impressão a 2 cores, da marca Fruits of the Loom) – 12 euros
Patch com o logo da banda – 5 euros


Email para encomendas: flagellumdei666@hotmail.com

Track List:
1. Intro (Instrumental)
2. Conjures Fire
3. Inferno Em Mim
4. Order of the Obscure
5. Necropolis
6. Ossadas
7. From the Dark Light...
8. Black Metal Blood
9. Sacrificial Whore

Myspace da banda: http://www.myspace.com/flagellumdei


EDITORA:



SITE: http://www.pestilence-records.de/

segunda-feira, 28 de novembro de 2011

PURE PAIN BLACK METAL FEST - No Side B em Benavente


Nunca é demais relembrar os apreciadores da Arte do Black Metal, para a grande cerimónia, de nome "Pure Pain Black metal Fest" que se celebra no próximo dia 03 de Dezembro no Side B. Um ritual de luxo ao som de grandes pilares deste movimento em Portugal, tais como: Pestilência, Acceptus Noctifer, InThyFlesh, Irae e Flagellum Dei. Abertura das portas às 21:15h, início do espectaculo pelas 22 horas e a entrada terá um custo de 10 euros.

sábado, 10 de setembro de 2011

LIVE REPORT – Summer Enslavement 2011 (2º dia)


No sábado, eram cerca de 18 horas, quando os Crepúsculo Maldito subiram ao palco com o seu necro/punk/hardcore. Abriram assim as hostilidades de uma maneira bastante bem disposta e com uma boa reacção por parte do público. O culto à cerveja, foi o assunto que serviu como base na maioria dos temas tocados e bem disputados pelas vozes masculina e feminina, ambas aliadas às tradicionais malhas desta onda.

Oriundos do Alentejo, os Canchroid são a segunda banda que se segue. Trouxeram consigo um technical/brutal/death-metal bem executado e de forma original ao juntarem, por entre a brutalidade do seu som, a técnica com um acrescento de jazz. “Decapited Soldiers From The Apocalypse” e “Blessed Bodies” foram tocados por uma banda com boa atitude em palco e com um vocalista, por duas vezes, a entrar no mosh com o público.

Mother Of The Hydra, foi a banda que mais marcou a diferença, deram entrada ao som de uma intro fantasmagórica que, durante uma boa meia hora, trouxe uma aragem gélida para o local. V-Kaos e os seus músicos, apresentaram um black-metal de linhas experimentais e muito cerimoniosos, em palco encontrava-se uma pequena mesa com um cálice, um prato com pão entre outros adereços. Mantiveram-se concentrados ao máximo, numa interpretação de teor muito ritualista e algo "cénica", feita de temas mais pesados e outros com passagens mais calmas, de voz limpa e cristalina com declamações pelo meio. Ao som do outro, abandonaram, misteriosamente, o palco sem dirigirem uma única palavra ao público.
Após um longo momento de espera, eis que entram os Echoes Of The Fallen Messiah que, aos poucos, começam a habituar o público em acreditar que desta vez é para continuar no activo. No Summer Enslavement, a palavra manteve-se, com um estilo bem diferente ao que tocavam no seu início, actualmente situam-se no melodic/death-metal de estilo sueco e com influências thrash, a única banda, neste evento, a utilizar teclados. Demoraram tempo para começarem a actuar, mas compensaram e desempenharam bem o seu papel.

O speed/thrash-metal puro e de recorte clássico, chegou pelas mãos dos Inquisitor, uma banda que conta com estatuto vincado no thrash português. O colectivo da margem sul de Lisboa, tocou malhas como “Speed Metal Legion”, “Face The Witch” e “Iron Preacher” onde não faltaram os riffs afiados e solos com tappings, como manda a regra. Uma banda composta de elementos jovens, mas com grandioso espírito da velha guarda.

Quase na recta final, e com uma intro orquestral surpreendente, é a vez dos Flagellum Dei, a “grande novidade” do evento, após um longo período em silêncio, apresentaram-se com uma formação reestruturada, black metal mais devastador e excelente presença em palco. Apostando numa interpretação mais ritualista, o vocalista Hellraiser, com a sua constante pose imperial, foi o mestre de cerimónias que, em algumas vezes, elevou às alturas a caveira de um bode. “Order Of The Obscure”, “Conjures Fire” e o tema em português “Ossadas”, fizeram parte de uma set-list recheada, apenas, por temas que irão sair no próximo álbum.

Por fim entraram os Corpus Christii, a grande atracção do segundo dia, considerados pela esmagadora maioria como o expoente máximo do black-metal português, fecharam as cortinas do espectáculo de forma poderosa, como não poderia deixar de ser. O recente álbum “Lúciferian Frequencies” foi um dos principais registos da sua actuação, embora tivessem tocado temas de trabalhos anteriores. Nem a falha de desempenho de uma das colunas, conseguiu tirar a qualidade e a raça desta imponente banda que continua, cada vez mais, a marcar presença em palcos além fronteiras.