Pedra de Metal
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domingo, 10 de junho de 2012
WEB, Echoes of the Fallen Messiah & Brutal Brain Damage – Dia 15 de Junho em Leiria
A Deviant Tour, dirigida pelos WEB, aterra na próxima sexta-feira, dia 15 de Junho pelas 22:00h, no Clube Recreativo Lis e Lena Barosa em Leiria. A entrada será de 5 Lis.
WEB - (Thrash Metal)
http://www.webthrashmetal.com/
Echoes of the Fallen Messiah - (Black/Death Metal)
http://www.myspace.com/echoesonline
Brutal Brain Damage - (Grindcore/Brutal Death Metal)
http://www.myspace.com/brutalbraindamage
sábado, 10 de setembro de 2011
LIVE REPORT – Summer Enslavement 2011 (2º dia)

No sábado, eram cerca de 18 horas, quando os Crepúsculo Maldito subiram ao palco com o seu necro/punk/hardcore. Abriram assim as hostilidades de uma maneira bastante bem disposta e com uma boa reacção por parte do público. O culto à cerveja, foi o assunto que serviu como base na maioria dos temas tocados e bem disputados pelas vozes masculina e feminina, ambas aliadas às tradicionais malhas desta onda.

Oriundos do Alentejo, os Canchroid são a segunda banda que se segue. Trouxeram consigo um technical/brutal/death-metal bem executado e de forma original ao juntarem, por entre a brutalidade do seu som, a técnica com um acrescento de jazz. “Decapited Soldiers From The Apocalypse” e “Blessed Bodies” foram tocados por uma banda com boa atitude em palco e com um vocalista, por duas vezes, a entrar no mosh com o público.

Mother Of The Hydra, foi a banda que mais marcou a diferença, deram entrada ao som de uma intro fantasmagórica que, durante uma boa meia hora, trouxe uma aragem gélida para o local. V-Kaos e os seus músicos, apresentaram um black-metal de linhas experimentais e muito cerimoniosos, em palco encontrava-se uma pequena mesa com um cálice, um prato com pão entre outros adereços. Mantiveram-se concentrados ao máximo, numa interpretação de teor muito ritualista e algo "cénica", feita de temas mais pesados e outros com passagens mais calmas, de voz limpa e cristalina com declamações pelo meio. Ao som do outro, abandonaram, misteriosamente, o palco sem dirigirem uma única palavra ao público.
Após um longo momento de espera, eis que entram os Echoes Of The Fallen Messiah que, aos poucos, começam a habituar o público em acreditar que desta vez é para continuar no activo. No Summer Enslavement, a palavra manteve-se, com um estilo bem diferente ao que tocavam no seu início, actualmente situam-se no melodic/death-metal de estilo sueco e com influências thrash, a única banda, neste evento, a utilizar teclados. Demoraram tempo para começarem a actuar, mas compensaram e desempenharam bem o seu papel.

O speed/thrash-metal puro e de recorte clássico, chegou pelas mãos dos Inquisitor, uma banda que conta com estatuto vincado no thrash português. O colectivo da margem sul de Lisboa, tocou malhas como “Speed Metal Legion”, “Face The Witch” e “Iron Preacher” onde não faltaram os riffs afiados e solos com tappings, como manda a regra. Uma banda composta de elementos jovens, mas com grandioso espírito da velha guarda.

Quase na recta final, e com uma intro orquestral surpreendente, é a vez dos Flagellum Dei, a “grande novidade” do evento, após um longo período em silêncio, apresentaram-se com uma formação reestruturada, black metal mais devastador e excelente presença em palco. Apostando numa interpretação mais ritualista, o vocalista Hellraiser, com a sua constante pose imperial, foi o mestre de cerimónias que, em algumas vezes, elevou às alturas a caveira de um bode. “Order Of The Obscure”, “Conjures Fire” e o tema em português “Ossadas”, fizeram parte de uma set-list recheada, apenas, por temas que irão sair no próximo álbum.

Por fim entraram os Corpus Christii, a grande atracção do segundo dia, considerados pela esmagadora maioria como o expoente máximo do black-metal português, fecharam as cortinas do espectáculo de forma poderosa, como não poderia deixar de ser. O recente álbum “Lúciferian Frequencies” foi um dos principais registos da sua actuação, embora tivessem tocado temas de trabalhos anteriores. Nem a falha de desempenho de uma das colunas, conseguiu tirar a qualidade e a raça desta imponente banda que continua, cada vez mais, a marcar presença em palcos além fronteiras.

Oriundos do Alentejo, os Canchroid são a segunda banda que se segue. Trouxeram consigo um technical/brutal/death-metal bem executado e de forma original ao juntarem, por entre a brutalidade do seu som, a técnica com um acrescento de jazz. “Decapited Soldiers From The Apocalypse” e “Blessed Bodies” foram tocados por uma banda com boa atitude em palco e com um vocalista, por duas vezes, a entrar no mosh com o público.

Mother Of The Hydra, foi a banda que mais marcou a diferença, deram entrada ao som de uma intro fantasmagórica que, durante uma boa meia hora, trouxe uma aragem gélida para o local. V-Kaos e os seus músicos, apresentaram um black-metal de linhas experimentais e muito cerimoniosos, em palco encontrava-se uma pequena mesa com um cálice, um prato com pão entre outros adereços. Mantiveram-se concentrados ao máximo, numa interpretação de teor muito ritualista e algo "cénica", feita de temas mais pesados e outros com passagens mais calmas, de voz limpa e cristalina com declamações pelo meio. Ao som do outro, abandonaram, misteriosamente, o palco sem dirigirem uma única palavra ao público.
Após um longo momento de espera, eis que entram os Echoes Of The Fallen Messiah que, aos poucos, começam a habituar o público em acreditar que desta vez é para continuar no activo. No Summer Enslavement, a palavra manteve-se, com um estilo bem diferente ao que tocavam no seu início, actualmente situam-se no melodic/death-metal de estilo sueco e com influências thrash, a única banda, neste evento, a utilizar teclados. Demoraram tempo para começarem a actuar, mas compensaram e desempenharam bem o seu papel.
O speed/thrash-metal puro e de recorte clássico, chegou pelas mãos dos Inquisitor, uma banda que conta com estatuto vincado no thrash português. O colectivo da margem sul de Lisboa, tocou malhas como “Speed Metal Legion”, “Face The Witch” e “Iron Preacher” onde não faltaram os riffs afiados e solos com tappings, como manda a regra. Uma banda composta de elementos jovens, mas com grandioso espírito da velha guarda.

Quase na recta final, e com uma intro orquestral surpreendente, é a vez dos Flagellum Dei, a “grande novidade” do evento, após um longo período em silêncio, apresentaram-se com uma formação reestruturada, black metal mais devastador e excelente presença em palco. Apostando numa interpretação mais ritualista, o vocalista Hellraiser, com a sua constante pose imperial, foi o mestre de cerimónias que, em algumas vezes, elevou às alturas a caveira de um bode. “Order Of The Obscure”, “Conjures Fire” e o tema em português “Ossadas”, fizeram parte de uma set-list recheada, apenas, por temas que irão sair no próximo álbum.

Por fim entraram os Corpus Christii, a grande atracção do segundo dia, considerados pela esmagadora maioria como o expoente máximo do black-metal português, fecharam as cortinas do espectáculo de forma poderosa, como não poderia deixar de ser. O recente álbum “Lúciferian Frequencies” foi um dos principais registos da sua actuação, embora tivessem tocado temas de trabalhos anteriores. Nem a falha de desempenho de uma das colunas, conseguiu tirar a qualidade e a raça desta imponente banda que continua, cada vez mais, a marcar presença em palcos além fronteiras.
segunda-feira, 2 de maio de 2011
Metal Gate II - 17 e 18 de Junho @ Marinha Grande
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sábado, 9 de abril de 2011
ECHOES OF THE FALLEN MESSIAH - De volta aos concertos!!
Pois é meus amigos, após ano e meio escondidos sem se saber pouco ou nada deles, os Echoes Of The Fallen Messiah estão de volta aos palcos mais vivos do que nunca, o regresso está marcado para dia 28 de Maio no Ovelha Negra Bar em Marinha Grande que conta também com a participação dos grandes Dark Oath.
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