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terça-feira, 10 de maio de 2011
XI Blindagem Metal Fest
O Blindagem Metal Show, volta a mostrar, no dia 25 e 26 de Junho, toda a sua polivalência ao acolher 16 bandas nacionais, totalizando mais de 50 músicos no XI Blindagem Metal Fest e com um cartaz nacional de luxo. Será um importante evento cultural, o primeiro do género no Distrito, que irá, demonstrar todas as potencialidades musicais do metal nacional. Será um desafio exigente mas necessário, que as bandas do metal merecem. Um evento que se pretende futuramente ter regularidade e entrar na programação cultural na zona e na rotina dos públicos. O Pavilhão Municipal Dr. João Rocha – Vagos, por várias razões é um lugar apetecível para espectáculos, com uma boa capacidade de produção e mostrar que o metal é portanto o principal objectivo deste evento. Haverá, felizmente, intensidades diversas, ambientes diferentes: no ambiente sonoro das bandas, iremos mergulhar num rico complexo de passado e de presente, de euforia, melancolia e festa que nenhum outro ambiente musical nos proporciona
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terça-feira, 25 de maio de 2010
Dutch Doom Days 2010

As primeiras bandas para a edição deste ano do festival Dutch Doom Days estão revelados. Entre outras bandas, Hooded Menace, Desire e Fall of the Idosls estão confirmadas no festival. Como de costume, o festival vai apresentar uma agradável mistura de novos talentos e veteranos doom, bem como uma boa mistura de diferentes estilos do gênero doom.
sexta-feira, 16 de abril de 2010
Concerto Corações de Vale de Figueira

Dia 17 de Abril os Corações de Vale Figueira, em São João da Talha vão receber uma noite de muito Rock e Metal para todos aqueles que desejam ir beber um copo e "abanar o capacete"...
Os concertos começam aproximamente ás 21 horas com a primeira actuação a cargo dos D´MAINLEADER`S que abrem com uma mão cheia de temas baseados numa sonoridade Rock, fazendo lembrar os belos anos de uma época onde o Hard-Rock movia multidões.
Quanto á segunda actuação fica a cargo dos DESIRE, uma banda já com um longo caminho percorrido por palcos de todo o país, que carrega consigo por onde passa uma enorme legião de fãs, "arrastados" pelos os seus temas baseados numa sonoridade "Doom Metal", contagiando todos os amantes deste estilo musical.
Para fechar a noite, podem contar com a irreverencia e o "espírito metaleiro" dos BULLYCOWTATTOO, que fazem dos seus temas uma verdadeira critica social aos mais diversos temas do nosso panorama nacional.
A entrada é livre.
sábado, 20 de fevereiro de 2010
ENTREVISTA - DESIRE

O Pedra de Metal entrevistou Flame, baterista de uma das bandas mais antigas do panorama Metaleiro nacional, os Desire. Após sete anos de "interregno" regressaram com um Ep, "Crowcifix", que demonstra a vontade da banda regressar ao originais, e quem sabe, seja este um pequeno episódio de um novo álbum que se aproxima.
Pedra de Metal - Do que podemos ouvir do novo Ep, nota-se um regresso em força e com a vossa identidade bem vincada, concordas com esta afirmação?
FLAME – Acho que se trata de uma clara evolução em termos musicais, fruto de uma experiência adquirida ao longo dos últimos anos. A nossa identidade mantêm-se inalterada indo um pouco mais além com a introdução de novos elementos que uma vez reunidos, têm vindo a tornar o nosso som algo mais variado e contra-balançado.
PDM - “Infinity... A Timeless Journey Through An Emotional Dream” e “Locus Horrendus – The Night Cries Of A Sullen Soul” são dois álbuns que formam uma pequena saga.
Há interesse da vossa parte em regressar a este tipo de trabalhos?
FLAME – Sempre fomos fascinados pelo universo conceptual. Em “Infinity…” e “Locus Horrendus” desenvolvemos um concept trágico-romântico, que num futuro próximo voltará a ser explorado, pois existe ainda uma parte por desenvolver e relatar na nossa história. O próximo álbum irá abordar precisamente todos os desenvolvimentos que se situam entre cada um dos trabalhos acima mencionados.
PDM - Após o lançamento do album "Infinity..." surgiu a saída do grande teclista Dawn e também uma extensa paragem da banda por falta de elementos.
Pensaram, alguma vez, em por fim a este projecto no meio de tantas dificuldades?
FLAME – Deixa-me corrigir-te que a saída do Dawn apenas se consumou após o lançamento de “Pentacrow” em ’98. Vários elementos, desde então, passaram pela banda, originando na maior parte dos casos os inevitáveis atrasos no processo de desenvolvimento da mesma. Naturalmente, alguns dos ‘altos e baixos’ provocados pelas alterações de line-up, têm-se vindo a reflectir na ausência de edições regulares, tendo estas vindo a ser separadas por largos períodos temporais. Acima de tudo, e superando de uma forma ou de outra todas as contrariedades com que nos temos vindo a deparar ao longo dos anos, a persistência é sem dúvida uma das nossas maiores virtudes, e como tal, nunca pensámos em desistir, mas sim, na forma de contornar tudo o que de mais negativo nos possa afectar, e prosseguir em busca do nosso maior Desejo…
PDM - Vocês tem sofrido algumas mudanças de formação. Como isso afecta o grupo?
FLAME – Basicamente, foi respondido na tua questão anterior. O actual line-up da banda encontra-se junto há cerca de oito anos, e cremos sinceramente que o espírito que nos une, tem sido o maior trunfo para podermos ainda vir a alcançar tudo o que pretendemos enquanto criadores.
PDM - Ainda estão a procura de um novo baixista?
FLAME – A posição de baixista, tem sido com toda a certeza, o lugar mais difícil de colmatar ao longo de todos estes anos. Nesta fase, estamos a trabalhar com um novo baixista a tempo inteiro, que tem todas as condições para poder vir a integrar a formação dos DESIRE permanentemente.
PDM - “Locus Horrendus” e “Crowcifix” são dois trabalhos auto-financiados. Foi uma opção ou tem sido difícil encontrar uma editora que corresponda aos vossos requisitos?
FLAME – Acabou por ser uma opção tomada por via das circunstâncias. Contactámos e fomos contactados por diversas editoras, que, na grande maioria dos casos, não preenchiam os requisitos que achamos serem mínimos para que nos pudéssemos ligar a elas. Daí termos optado por auto-financiar os nossos últimos dois trabalhos de estúdio. Esperamos que esta situação rapidamente se altere e que nos possamos aliar a uma editora sólida, capaz e que nos possa oferecer boas condições de trabalho, para podermos chegar ainda um pouco mais além…
PDM - O novo EP é um lançamento após sete anos, vai servir para mostrar que estão vivos antes do lançamento de um novo álbum?
FLAME – Um pouco à semelhança do que aconteceu com “Pentacrow” que medeia a edição entre dois álbuns, “CrowcifiX” tem como objectivo ser uma espécie de prelúdio para o que aí vem. De igual forma, a banda em si, sentia já a necessidade de colocar algum material novo cá para fora, pois a paragem foi longa, e não queríamos de forma alguma deixar-nos cair no esquecimento.
PDM - O EP, apesar de auto-financiado, tem uma produção visual muito acima dos lançamentos de editoras conceituadas. Como surgiu a ideia de um digipack com cd que parece um vinil?
FLAME – O lado visual, é algo a que damos extrema importância, pois apreciamos tudo o que possa ter impacto, e tentamos elaborar tudo da forma que nos parece mais cuidada, não só para nós, mas também para quem adquire o produto final. Além do lançamento em digipak, queríamos editar este trabalho também em formato de vinil e pensámos poder associar essa imagem à próprio edição em CD, não dissociando um do outro, e mantendo o mesmo tipo de lay-out/conceito.
PDM - Até que ponto "Crowcifix" nos dá um aviso de uma nova saga?
FLAME – “CrowcifiX” deixa antever que a linha musical e lírica da banda ainda tem um largo caminho a percorrer, e dá o mote, ainda que nas entre linhas, para a abordagem que iremos ter no próximo álbum. O desenvolvimento do nosso concept irá ser abordado como que uma espécie de flashback aos acontecimentos ocorridos em “Infinity…” e “Locus Horrendus”…
PDM - Após este Crowcifix o que será o futuro dos Desire?
FLAME – Cada vez mais, é difícil fazer qualquer espécie de futurologia em relação ao que possa vir acontecer. Gostaríamos que algo de realmente bom e gratificante pudesse ocorrer num futuro próximo, como compensação de todos estes anos de trabalho e de algum reconhecimento…
PDM - "Frozen Heart... Lonely Soul..." está como um pequeno bónus, mas por ter sido gravada no Hard Club, não será isso uma pequena homenagem a essa mítica sala de espectáculos?
FLAME – Poder-se-á também ter isso em conta. Tivemos o privilégio de actuar por três ocasiões no Hard Club, e pessoalmente recordo uma delas como um dos melhores momentos da banda ao vivo, precisamente o concerto donde é extraído o tema que está incluído em “CrowcifiX”. Perdeu-se sem dúvida uma enorme sala de espectáculos em Portugal, e este tema provoca-nos uma grande nostalgia, assim como, pretende oferecer a vertente ‘live’ da banda a quem nunca teve a oportunidade de assistir a um concerto de Desire.
PDM - Desde sempre que os Desire ambicionaram o mercado além fronteiras. Actualmente que aceitação têm tido no mercado internacional?
FLAME – Sempre nos preocupámos em divulgar o nosso som muito além do nosso país. Verificámos desde cedo, que existe de facto um ‘mercado’ para o tipo de som que fazemos e ao longo dos anos temos vindo a receber as mais elogiosas criticas além fronteiras. Os nossos trabalhos têm tido uma excelente aceitação, quer por parte da imprensa quer por parte dos fans internacionais, o que nos dá cada vez mais alento para continuar a explorar o território internacional.
PDM - Uma mensagem para os vossos fãs e para quem vos lê no "Pedra de Metal"
FLAME – O meu agradecimento pessoal em nome dos Desire pelo espaço concedido no teu trabalho.
Todos os que se sentem identificados com a nossa Arte, devem continuar a acreditar nos Desire, pois tudo é feito com real sentimento, por vezes sofrido, mas acima de tudo, muito verdadeiro…
Entrevista efectuada por Paulo Eiras e Bruno Sousa
terça-feira, 15 de dezembro de 2009
PEDRAGULHOS Desire "Crowcifix"

Desde a saída de “Locus Horrendus” para o mercado em 2002, que os Desire não entravam em estúdio. Crowcifix veio nos certificar de que estão bem vivos e com vontade de continuar a compor grandes trabalhos tal como já nos habituaram.
Os Desire foram uma das bandas que mais provaram, até hoje, de que existe e sempre existiu grandes talentos na cena underground nacional, ao mesmo tempo também se têm preocupado com a evolução da sua sonoridade e impacto além fronteiras.
Voltando ao EP Crowcifix, constituído por duas musicas inéditas gravadas em estúdio (White Falling Room e Funeral Doomentia) e uma ao vivo intitulada Frozen Heart… Lonely Soul, gravada na mítica sala de espectáculos Hard Club, que pertence ao álbum Locus Horrendus atrás referido.
Crowcifix mostra-nos uns Desire na máxima força, com muito ainda para nos dar e sempre com o mesmo encanto fúnebre e melancólico, os dois temas originais, White Falling Room e Funeral Doomentia, são a reflexão de uma banda amadurecida (em cascos de carvalho) com uma sonoridade mais refinada, aperfeiçoada e rápida. Mais uma referência obrigatória para os adeptos do Doom Metal, espero que gostem tanto como eu gosto.
Crowcifix mostra-nos uns Desire na máxima força, com muito ainda para nos dar e sempre com o mesmo encanto fúnebre e melancólico, os dois temas originais, White Falling Room e Funeral Doomentia, são a reflexão de uma banda amadurecida (em cascos de carvalho) com uma sonoridade mais refinada, aperfeiçoada e rápida. Mais uma referência obrigatória para os adeptos do Doom Metal, espero que gostem tanto como eu gosto.
terça-feira, 12 de maio de 2009
"Sons Do Sotão"

DESIRE – Infinity… A Timeless Journey Through An Emotional Dream
Começaram por se chamar “Pudrid Cadaver”, depois “Encarnated” e finalmente Desire. Estávamos no início da década de 90 quando os Desire implantaram, em Portugal, o Death/Doom-metal e desde aí até hoje se mantiveram fieis ao seu estilo. Em 1996 nasce, finalmente e pelas mãos da portuguesa Skyfall Records, o primeiro álbum, o conceitualíssimo “Infinity… A Timeless Journey Through An Emotional Dream”. Este trabalho, para mim, é considerado o melhor álbum de doom-metal jamais feito em Portugal, uma verdadeira obra-prima cheia de melancolia, musicalmente e liricamente brilhante.
“Infinity…” é muito mais que um simples álbum, é uma visão metafórica do que está para além da morte, descrita sob a forma de uma história relacionada com um “eu” que morre e cuja alma embarca num sonho. Para alem desse “eu” existem outras duas personagens, um corvo (símbolo da imortalidade) e uma suposta “lady in black” que, mais tarde, se transforma numa sereia e se envolve com este “eu” num ambiente romântico. É inevitável, passar-nos ao lado a comparação da lírica deste trabalho com os estilos literários pré-romantismo e romantismo, assim como a poetas como Manuel Maria Barbosa du Bocage e a Fernando Pessoa com um poema que se encontra na contracapa do livreto. Os Desire são excelentes músicos e conseguem prova-lo com o rigor musical apresentado neste álbum, as musicas são longas, tal como manda a regra, mas longe de serem cansativas, têm mais que um andamento e preenchidas com atmosferas fúnebres, envolventes e ricas em obscuridade, de tal forma que o próprio ouvinte se sente dentro da mesma viagem de que nos fala o álbum. Não quero deixar, também, de mencionar dois dos sete belos temas que compõe este trabalho, “A Ride In A Dream Crow” e “In Delight With The Mermaid” um pequeno grande instrumental de guitarras acústicas e teclado que despedaça qualquer coração.
Quero assim concluir dizendo que, mesmo sendo o primeiro álbum demonstram uma grande maturidade e talento fora do normal. Experimentem ouvir.
Começaram por se chamar “Pudrid Cadaver”, depois “Encarnated” e finalmente Desire. Estávamos no início da década de 90 quando os Desire implantaram, em Portugal, o Death/Doom-metal e desde aí até hoje se mantiveram fieis ao seu estilo. Em 1996 nasce, finalmente e pelas mãos da portuguesa Skyfall Records, o primeiro álbum, o conceitualíssimo “Infinity… A Timeless Journey Through An Emotional Dream”. Este trabalho, para mim, é considerado o melhor álbum de doom-metal jamais feito em Portugal, uma verdadeira obra-prima cheia de melancolia, musicalmente e liricamente brilhante.
“Infinity…” é muito mais que um simples álbum, é uma visão metafórica do que está para além da morte, descrita sob a forma de uma história relacionada com um “eu” que morre e cuja alma embarca num sonho. Para alem desse “eu” existem outras duas personagens, um corvo (símbolo da imortalidade) e uma suposta “lady in black” que, mais tarde, se transforma numa sereia e se envolve com este “eu” num ambiente romântico. É inevitável, passar-nos ao lado a comparação da lírica deste trabalho com os estilos literários pré-romantismo e romantismo, assim como a poetas como Manuel Maria Barbosa du Bocage e a Fernando Pessoa com um poema que se encontra na contracapa do livreto. Os Desire são excelentes músicos e conseguem prova-lo com o rigor musical apresentado neste álbum, as musicas são longas, tal como manda a regra, mas longe de serem cansativas, têm mais que um andamento e preenchidas com atmosferas fúnebres, envolventes e ricas em obscuridade, de tal forma que o próprio ouvinte se sente dentro da mesma viagem de que nos fala o álbum. Não quero deixar, também, de mencionar dois dos sete belos temas que compõe este trabalho, “A Ride In A Dream Crow” e “In Delight With The Mermaid” um pequeno grande instrumental de guitarras acústicas e teclado que despedaça qualquer coração.
Quero assim concluir dizendo que, mesmo sendo o primeiro álbum demonstram uma grande maturidade e talento fora do normal. Experimentem ouvir.
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