
Os My Deception inauguraram a noite, os lisboetas presentearam-nos com um bom momento de gothic-rock/metal, com letras enterradas no obscuro da melancolia e com um travo a romantismo, complementaram bem a parte instrumental com grande ambiência bem ao estilo finlandês, uma grande abertura de concerto, sem dúvida.


Também lisboetas, os Réplica foi quem entrou a seguir, banda que cultiva um metal de linhas progressivas e tecnicamente complexo, foi essa a projecção lançada em palco.

Um colectivo que dificilmente se encontra desequilíbrios, isto é, coesos como um rochedo, desde as vozes de Cláudia e Tiago Simão até aos restantes membros. Uma actuação exemplar repleta de rigor e perfeccionismo. Só falta mesmo o tão aguardado álbum, esperemos que seja em breve.

Por fim chegaram os Cryptor Morbious Family que “investiram” mais no factor espectáculo, começando logo pela abertura da sua actuação em que o vocalista Tokinha entra em cena fora de palco e junto ao público, com dois archotes acesos que os usa como baquetas num bidão incendiado, acompanhando assim a entrada poderosa da bateria.

Em toda a actuação da banda, foi o seu metal-industrial cheio de energia que tornou o público um pouco mais activo que nas actuações anteriores. Pode se dizer que concluíram a sua actuação de uma forma imprevisível com a súbita atitude de Tokinha ao atirar-se para cima da bateria, algo que deixou todo o público sem reacção.
2 comentários:
Grande espectáculo de Cryptor! Adorei!
Grande espectáculo de Cryptor, adorei!
Enviar um comentário