Pedra de Metal

quarta-feira, 15 de agosto de 2012

Inkilina Sazabra - Lançamento de novo disco


É um projeto de rock literário Português formado em 2010 pelo multi-instrumentalista Carlos Sobral & o escritor Pedro Sazabra a que mais tarde se juntaram César Palma e Paulo Dimal.

O seu disco de estreia “A divina maldade” foi lançado em Fevereiro de 2011, obtendo criticas muito positivas, passando os Inkilina Sazabra a serem considerados como uma banda promissora deste género em Portugal. Ainda em Dezembro do mesmo ano a banda lançou um EP de remixes incluindo também um tema inédito “Inkilina Sazabra”, que se tornou um single de sucesso no meio underground.

Em Setembro de 2012 a banda está de volta com o esperado “Almas envenenadas”, que conta com as participações de Rui Sidónio (Bizarra Locomotiva), Nuno Flores (The Crow), Fernando Abrantes (produtor de Luís Represas entre outros) & Irina Monteiro (Smofog).

VIGILANCE assina com a editora Metal Tank Records


Os eslovacos Vigilance acabam de assinar pela Metal Tank Records.

O sucessor de "Steeds of Time" de 2011 vai esmagar tudo, com sua excelente mistura de verdadeiro speed\heavy metal enchido com profunda devoção para ocultismo primordial e ritualística.


A banda comenta: "Estamos empolgados em anunciar que vamos voltar aos estudios Zalokar. Temos vindo a trabalhar mais arduamente que nunca para que vocês possam ouvir o som mais rápido, escuro e selvagem de heavy metal."

2º DIA DO FESTIVAL VAGOS OPEN AIR (04-08-2012)

Eis que chegamos ao derradeiro dia do festival, comparativamente ao primeiro dia era notorio uma maior afluencia , os adeptos do thrash á antiga (Overkill e Coroner) eram facilmente identificaveis na multidão.


De Faro chega-nos os Mindlock com o seu thrash metal bastante energetico e com muito power. Em palco sentiu-se uma energia que era transmissivel ao publico e sem esquecer o á vontade e profissionalismo.




A banda de momento está a trabalhar no seu terceiro registo, que deu lugar ao tema "Hellusion".
"Alcohol Ecstasy", "Sing like you were dead", foram alguns temas que provocaram mosh  no publico.


É uma banda que tem futuro e que não deixa ficar mal ao vivo.
www.myspace.com/mindlock


Os Tailandeses Chthonic apresentaram-se em palco com um cenario muito proprio, desde as vestimentas á maquilhagem, embora  toquem Black Metal melodico com sons e instrumentos tipicos de musica tailandesa, não deixaram de cuidar da sua imagem.


Desde 2005, o lançamento do seu quarto álbum , a banda editou os seus trabalhos também em ingles , para que os fãs internacionais tivessem acesso.


Podemos dizer que a maioria dos temas pertenciam ao álbum"Takasago Army" e tocaram temas tais como:  "Takao", "Quell the souls in sing ling temple", " Brocken Jade" que fizeram o publico ficar de boca aberta.


O vocalista pegou numa cerveja e perguntou ao público como se  dizia "cheers" em português, na qual a resposta foi "saúde" e repetiu-o na perfeição e brindou dizendo a palavra em tailandês "ho ta lah".
Ainda tocaram dois tema antigos "Forty - Nine theurgy chains" e "Quasi Putrefaction"

O público estava encantado, não sei se pela banda ou pela baixista "Doris Yeh", que  só lhes faltava a babete.


Esta banda tem muito que se lhe diga, podem acompanhar as novidades e informação através do myspace deles.
www.myspace.com/chthonictw


"Surreal state of Enlightenment", foi o tema de abertura da banda Textures, seguido de "Regenesis"," Sanguine draws the Oath", " Awake" e "Swandive, foram alguns temas em que o mosh foi de principio até ao final do concerto.

A banda Holandesa despediu-se do publico com o tema "Laments of an Icarus".

Grandiosa banda  e excelente atuação, sem duvida.
www.facebook.com/textures




Já não ouvia falar dos Suiços Coroner algum tempo, pois estiveram afastados uma longa temporada. Voltaram em 2010 com uma sonoridade technical thrash metal, mas não trouxeram nada de novo, só tocaram temas antigos.

Em Vagos, viajamos um pouco no tempo como o tema intro "Golden Cashmere Sleeper, part 1"com seguimentos dos seguintes temas, "Internal Conflicts", " Serpent Moves", " Masked Jackal",   "Metamorphosis", "Die by my hand".

Mesmo os que nao conheciam a banda, ficaram surpreendido pela positiva. Os fãs de Coroner reviveram momento old school que nunca tinham vivido ao vivo devido ser a estreia deles em Portugal.
Fecharam a atuação com os temas "Divine Step" , "Grin" e "The Invencible" .
Grande estreia.
www.myspace.com/coronermetal

Passamos de uma banda Old School para outra ainda mais Old School, os mais esperados  da noite pelos thrashers, os Overkill.


A banda já vai no 16º álbum de originais, em meados de Março lançaram o novo registo denominado"The Electric Age" e abriram o concerto com o tema "Come and get It".
Blitz já com os seus 53 anos, está em muito boa forma, boa disposição e uma energia contagiante.


Tocaram temas do novo album, mas a maior parte foram temas antigos.
Ouvimos temas como "Bring me the Night", "Elimination" , "Wrecking crew" , "Hello from the Gutter", "Ironbound", "Old School".
O vocalista Blitz, puxou pelo públco mas não obteve a energia que precisava do público, então decidiu picar o povo português fazendo a pergunta "Isto é Portugal ou Espanha?", aí sim, o público manfestou-se como ele desejava.


Tendo a energia de que precisava , os Overkill deixaram-nos com o ultimos tema e cover da banda "The Subhumans", "Fuck You".
www.myspace.com/overkill

Nas duas ultimas musicas de Overkill, vejo a passar a carrinha com os Arch Enemy. Os fã estavam á espera da sessão de autografos que acabou por nao se realizar.
Antes de começar o concerto, houve um imprevisto com o baterista, que partiu o dedo da mão direita e mesmo assim tocou sem falhar uma batida sequer, As suas rapidas melhoras.
Iniciaram a atuação com o tema "Yesterday is dead and gone", com Angela na voz continuaram com
 " Ravenous" , o público ficou com uma adrenalina  incrivel.
"My Apocalypse", tema esse que pôs o pessoal a gritar, a saltar, a fazer mosh, era a loucura, pois Angela puxava bastante pelo publico e queria que cantassem as musicas.
Pelo facto de o baterista se ter lesionado, Angela fez questão que o pessoal gritasse o nome dele e assim ouviu-se um coro " Daniel", e enm era preciso pedira a segunda vez.
Continuaram a atuação com os temas "Bloodstained cross", "The day you Died", "Under black flags we March", "Dead eyes see no Future".
Para abrandar a euforia do publico, o guitarrista  Nick Cordle fez um longo solo.
Existiam uns video walls que passavam as letras das musicas, para quem não soubesse as letras.
"Intermezzo Liberte", foi mais um tema de alguns que viriam a seguir, "Silent Wars", "No gods, no Masters", "We will rise", "Snow Bound", "Nemesis" e para encerrar o festival tocaram a "Fields of Desolation", em que a Angela andava para trás e para a frente com uma bandeira enorme.
www.archenemy.net

Mais uma vez, Vagos abriu e fechou em grande, os meus parabéns.
Para o ano haverá mais...







terça-feira, 14 de agosto de 2012

Hell Divine Nº 10: Nova edição está online


A décima edição da revista online HELL DIVINE já está disponível, trazendo como matéria de capa a banda Terrorizer, além dos grandes destaques Kiko Loureiro e Master.
A lista de entrevistas:
- Noctem
- Itself
- Coldworker
- Distraught
- Pethallian
- João Duarte (Artista Gráfico)

Ao todo são 60 páginas, contendo diversas colunas, além de analises CDs, DVDs, shows e livros.

Download da revista: http://www.mediafire.com/?dspx0to08p3eeen 
Para visualizar no ecrã: http://issuu.com/helldivinemagazine/docs/hell_divine_julho_2012_n10_issuu

Claustrofobia: Lançamento do livro “Metal Brasileiro” de Alexandre de Orio



Aqui fica a de imprensa nota enviada pelo guitarrista\escritor Alexandre de Orio.

"O guitarrista da banda Claustrofobia e do Quarteto de Guitarras Kroma acaba de lançar o
livro “Metal Brasileiro: Ritmos Brasileiros Aplicados na Guitarra Metal – Novos Caminhos para
Riffs de Guitarra”. O livro vem com um CD e tem como objetivo tanto um estudo rítmico e
técnico, principalmente de mão direita para execução de palhetadas em riffs de metal como
também ajudar no processo criativo de riffs de guitarra. Abre a possibilidade também de
estudos para bateristas, já que todos os exemplos acompanham partitura e tablatura para
guitarra e partitura de bateria.

Alexandre acaba de soltar um teaser na internet, e em clima de país tropical comenta
sobre a idéia e os diversos estudos propostos no livro com trechos das gravações. Vale
ressaltar os exemplos no vídeo em que Alexandre aparece tocando um riff de metal sobre uma
levada de samba e em seguida o mesmo riff sobre uma levada de metal. Isto mostra o quanto
podemos ir longe ao que diz respeito à criação e obter idéias utilizando este recurso, mas sem
descaracterizar o metal. As levadas de samba foram gravadas pelo Lael Medina e as de metal
pelo Caio D´Angelo, baterista do Claustrofobia.

A capa do livro foi feita por Alex Spike, que também fez toda a arte do “Peste”, o novo
álbum do Claustrofobia.

Alexandre fala ainda da honra de contar com o prefácio de Andreas Kisser.

O teaser foi produzido pelo Studio Kaiowas, que há anos vem fazendo um ótimo
trabalho com diversas bandas.

Em uma conversa, Alexandre diz que acaba de pegar as cópias do livro e que ainda
negociará a distribuição pelo Brasil, mas que a princípio será vendido no site oficial do projeto
(logo abaixo) ou entrando em contato diretamente com ele. Adianta também que a versão em
inglês está quase pronta.

Confira exemplos e estudos do livro no site www.metalbrasileiro.com

Contato: alexandredeorio@yahoo.com.br

Confira o vídeo!

http://vimeo.com/35954441"

segunda-feira, 13 de agosto de 2012

Motocultor Festival 2012 - França "em peso"


Um excelente festival em França, quem passar por lá de férias sempre pode ouvir algumas das melhores bandas europeias.

Site Oficial: http://www.motocultor-festival.com/wordpress/

Thy Darkened Shade - streaming "Eternvs Mos, Nex Ritvs"


A banda foi formada em 1999 por Semjaza. A música composta é tipica Black Metal com influências da velha escola. Ao longo dos anos e depois de várias experiencias, o som mudou significativamente resultando em "ETERNVS MOS, NEX RITVS". Espere uma mistura de tecnicas de Black Metal old school, avant-garde e influências de Thrash dos anos 80.

Podem ouvir em http://thydarkenedshade.bandcamp.com/releases
Site Oficial: www.thydarkenedshade.net

domingo, 12 de agosto de 2012

PEDRAGULHO - PhaZer "Kismet"


Os PhaZer, banda de rock lisboeta, lançaram o álbum “Kismet” em 2010. Confesso que não sou especialista na área musical em que os PhaZer se expressam artisticamente o que implicará que esta análise terá um pendor bem mais subjectivo do que é costume nas minhas análises a discos.

Na generalidade, o disco está bem produzido e vive muito do trabalho de voz e de guitarra de Paulo Miranda e Gil Neto, respectivamente.

O disco abre com “Wake me”, uma canção de rock melódica e alegre que impõe o ritmo para o restante álbum. Destaca-se o trabalho intrincado na guitarra de Gil Neto bem como os seus solos que dão à música um carácter dinâmico. Curiosamente, em certas partes da música, os riffs de Gil Neto fazem-me lembrar o que Daisy Berkowitz fez na música “Cake and Sodomy” dos Marilyn Manson.

Segue-se “War of shouts” iniciando-se com um grande riff, um refrão melódico protagonizado por Paulo Miranda e um grande solo de Gil Neto, adornando a música.

Em “Serious killer” somos surpreendidos pelo discurso de Charles Manson (sim, ele próprio!) e de todos os fantasmas que levanta ilustrados pela letra da música. Mais um impecável trabalho de guitarra começando com um riff calmo que acaba por desembocar num riff melódico e mais agressivo na altura do refrão com mais um grande solo.

A prestação vocal de Paulo Miranda em “#” é assinalável variando entre a agressividade e a insanidade fazendo lembrar Mike Patton. Acaba por ser uma das canções mais compassadas e com mais groove do álbum além de ter um excelente e orelhudo refrão.

“Kismet” acaba por ser uma das músicas mais pesadas do álbum abordando por si só uma temática “pesada” há séculos, o dualismo Cristianismo-Islamismo. A música é introduzida com um cântico e um riff de tons arábicos e começa de forma bastante calma até que acaba por desembocar num riff carregado de peso atingindo a sua plenitude no refrão, peso esse que se sente também na prestação do vocalista. Destaque também para a prestação de Henrique Martins no baixo e no seu duelo amigável com Gil Neto.

Um riff hipnotizante conduz a música “The unknown” no que parece ser uma profunda reflexão da personagem que é retratada na música atingindo o seu apogeu no verso do refrão cantado agressivamente: “(…)I try to fit in the world but the world doesn`t fit in me (…)”.

“Rebel” tem um toque acentuadamente country fazendo lembrar, por vezes, o que os Metallica fizeram em “Mama said”. A banda fez esta música em homenagem a Charlie Chaplin constando nesta um excerto de um discurso que ele faz no filme “O grande ditador” de 1940.

“Black suite zombie” segue forte e pesada à semelhança de “Kismet”. Começa com um riff extremamente distorcido. Insanidade e agressividade são dois pontos comuns na prestação de Paulo Miranda à semelhança do que acontece em “#”.

“Stay for them” e “Fear itself” encerram o quarteto de músicas mais pesadas do álbum (em conjunto com “Black suite zombie” e “Kismet”) começando (a “Stay for them”) com um riff demolidador até à medula acompanhado pelo bombo do baterista Nelsun Caetano reforçando o peso. Agressividade e intensidade em elevadas doses. O mesmo se poderá dizer de “Fear itself” no entanto o início desta é mais calmo com a introdução de uma harmónica na composição tendo um refrão mais melodioso embora o baterista faça uso do seu duplo bombo nas partes mais agressivas.

A última composição dá pelo nome de “And then it all began” e é um instrumental a solo de guitarra acústica característico dos trabalhos que se fazem ao nível de guitarra clássica.

“Kismet” é um bom álbum, bem estruturado e musicalmente interessante apesar de às vezes se poder tornar demasiado heterogéneo para o seu próprio bem. A nível de guitarra, por vezes, sinto que lhe falta distorção e peso porém isso pode dever-se à influência do “metal pesado” que me corre nas veias…




Entrevista a PhaZer

TRIUNITY - Album de estreia em streaming


Triunity o projeto conceitual criado por três grupos eslavos (OPRICH/Rússia, PIAREVARACIEN / Bielorrússia e CHUR/Ucrânia), colocou na disponivel online o álbum que reune estas bandas.

Os fãs podem visitar em http://soundcloud.com/triunityproject/sets/triunity-2012 para ouvir as características únicas do património de cada banda.

1º DIA DO FESTIVAL VAGOS OPEN AIR 2012 ( 03-08-2012)

Dia 3 de Agosto de 2012, deu lugar ao primeiro dia da 4º edição do famoso Vagos Open Air.
Para quem já acompanha este festival desde 2009, reparei que evoluiram significativamente em todos os aspectos, desde a segurança, que este ano foram mais civilizados, desde o piso que não teve tanto pó, notei uma melhor organização.


A banda de abertura deste primeiro dia, deu lugar aos lisboetas Disaffected. Este quinteto mostra-nos o seu progressive death metal. Banda fundada nos anos 90, lançaram o seu recente trabalho "Rebirth" em Maio deste ano pela Massacre Records.
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 A sua atuação digamos que foi estranha e confusa, houve momentos em que parecia que estavam a tocar desordenadamente.


O público ouviu tema tais como,"Our Will", "Hipnotic Prophecy",  e o tema que dá o nome ao album  "Rebirth" , "Vast" e fecharam a sua meia hora de atuação com o tema "1460 Steps to Divine".
Os fãs de Disaffected podem pesquisar mais informações através do link: http://www.facebook.com/disaffectedmetal.



 Chegou a hora de entrarem em palco os nossos " vizinhos", os Northland, com o seu death metal sempre a abrir que provocou no publico uma boa reacção, uma boa recepção.
Houve um problema tecnico no tema " Where the heroes die" em que o microfone do vocalista não tinha som, mas o problema foi logo resolvido e também não foi impedimento de continuarem a agradar o publico português.


Esta banda  até á data só tem um album editado denominado " Where the heroes die", lançado em 2010, mas pelo que sei  estão a finalizar o próximo registo pela editora Black Bards.
Depois do problema de som ultrapassado, os espanhois apresentaram o tema "Whispers in the Wind" criticando os politicos e do governo.



A banda manteve a chama acesa, deixando o publico euforico com os dois ultimos temas " Immortal forest song" e " Revenge". Tenho de salientar que a presença do violino deram animo e melodia aos temas.
O publico aderiu bastante a esta banda que merece todos os meritos pelo concerto que deram.
www.myspace.com/northlandmetal



No intervalo das bandas, havia membros das outras bandas no recinto, principalmente o vocalista da banda Eluveitie que tocava o seu instrumento para os seus fãs, virava-me para o outro lado e via os Northland a falar e a beber com os seus fãs. Isso é muito positivo, podermos ter acesso a falar com as bandas.

 Os suiços Eluveitie abriram o concerto com o tema "Prologue" e " Helvetios", em que mais uma vez o publico estava "embalado" e com garra.


 O Chrigel (vocalista) elogiou o facto de estar de volta ao nosso país e ás mulheres por serem muito " hot" e sem duvida pela cultura que temos.




Tocaram grandes temas como "Luxtos" , " Neverland", " A rose for Epona" , " Inis mona", mas o vocalista achou que o publico estava um pouco parado e começou a picar para ver se o publico reagiu e o resultado foi positivo, nos temas seguinte já estavam mais energeticos , fazendo  até mesmo  mosh nos seguintes temas "Alesia" , " The Uprising" , "Kingdom come undone" e para finalizar  o grande concerto tocaram "Havoc".
Grande concerto, não se esperava outra coisa.
www.myspace.com/eluveitie


 Do Folk passamos para o extreme metal com os Enslaved que já estiveram cá em Portugal, e pelos vistos gostaram e que não se importavam  de vir tocar mais vezes.





Banda de poucas falas em palco mas com muita atitude e profissionalismo e é isso que importa.
Deram um grande espectaculo com temas  tais como, " Ethica Odini", "Raidho", " Return to Yggdrasil", tocaram também uma cover de Led Zepplin "Immigrant song".




.A banda deixou o palco com e os fãs com o tema " Isa", palavras para  quê?? BRUTAAAAAALLLL
http://www.facebook.com/enslaved


 Arcturus, com o seu estilo progressive metal, foi a banda que desiludiu os fãs e também os que não conheciam.
A voz de Simen soava a desafinada, misturada com gritos histericos, parecia algo desconexo.


 O concerto foi composto por temas " Ad absurdum", " Deception Genesis" e " Shipwrecked fronter Pioneer".
Dito por fãs da banda que foi pura desilusão.
http://www.facebook.com/arcturusnorway


 A banda mais esperada da noite e estreia em Portugal, os At the Gates, tocam death metal melodico.
Começaram o espectaculo com o tema " Slaughter of the soul" e o publico  delirou e até cantavam as musicas, foram muito bem recebidos pelo povo português.
"Cold" , " Windows" , " The burning darkness" , " Suicide Nation" foram alguns dos muitos temas que encantaram o publico.


No intervalo das musicas so se ouvia o pessoal a gritar " PORTUGAL".
Prosseguiram com o tema " Nausea" , "Need", " Blinded by Fear", com muita pena tocaram a última musica " Kingdom gone", Sabia que não iam desiludir os fãs.
http://www.myspace.com/atthegatesband

  Depois dos At the Gates (sexta banda), a Prime Artists colocou no cartaz uma banda extra, os suiços Nasum com o seu genero musical death/grindcore/metal.



Esta banda tem uma história, separaram-se depois da morte  bruta do guitarrista no tsunami em 2004, e reuniram-se para fazerem uma unica tour em comemoração do 20º aniversario se o guitarrista estivesse vivo. e vieram comemorar e despedir-se ao mesmo tempo no festival Vagos Open Air, o que é uma "honra".
Muitas das pessoas estavam lá para ver Nasum, pois para além de serem fãs de grindcore, concretizaram o seu sonho/ realidade.


Nesta unica atuação tocaram temas como: "Scoop", " Relics", " Bullshit", " i see lies" e por ultimo " Inhale/ Exhale".
Digamos que foi uma despedida em estilo.
http://www.nasum.com.