Os Karuniiru acabam dar a conhecer o vídeo de promoção do single " El bailarico".
O vídeo antecede o lançamento da música El Bailarico em formato CD, e segundo o vocalista Domino Pawo "penso que seja uma boa música para este Verão."
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sexta-feira, 17 de agosto de 2012
terça-feira, 15 de novembro de 2011
ENTREVISTA - Karuniiru

E se eu vos dissesse que existe uma banda portuguesa que canta em japonês? Pois podem acreditar que é verdade. Os Karuniiru são uma banda oriunda da margem sul de Lisboa, de j.rock/metal, com um visual muito próprio e virada para a arte de palco, algo muito diferente do que estamos habituados a conhecer. Contam com mais trabalho que foi lançado este ano, o EP “Junkie Lollita”. O “Mr. Showman” Domino Pawo(vocalista, lider e mentor), falou-nos da sua admiração pela arte japonesa, da sua revista de cultura alternativa e muito mais!
Pedra de Metal – Para matares a curiosidade de todos, diz-nos qual o significado da palavra “Karuniiru”?
Domino - O nome original da banda é Carnille que é um anglicismo do élfico Tengwesta ou do Kwenyava, chamado de Qenya e a palavra é Karne (vermelho), porque Karnil é o Planeta Marte...Carnille, ou Carnil, mas a palavra pura é Karnil, o símbolo da força dos elfos! Em 2009 Carnille passou a chamar-se Karuniiru, que é a tradução possível de como os Japoneses dirão Carnille.De nome tem na sua essência: Encarnado, Marte, Luta, Preserverança, Força. Basicamente Karuniiru tem na sua essência de criação a junção élfica e japonesa.
P.M. – Sei que este projecto esteve, praticamente, estagnado durante uma época. Pensaste que nunca mais iriam voltar ao activo?
Domino - Admito que por um momento ou outro isso me tivesse passado pela cabeça. Mas no fundo, como Karuniiru se apresenta como um estado de arte constante, em que interessa um conjunto de vertentes artísticas e não apenas a música em si, é quase impossível acabar, independentemente dos músicos que por lá passam. No activo sempre esteve, a diferença é ter ou não músicos que queiram acompanhar o projecto ao vivo.
P.M. – Vocês têm se tornado conhecidos e acarinhados, pelo público que vos acompanha, devido à qualidade das vossas actuações. O que existe de tão especial nos concertos que dão?
Domino - Somos nós próprios, assumimos o nosso papel como entertainers de um público que quer uma mensagem, numa música com substância e energia, e ao mesmo tempo passarem bons momentos. Se calhar por todos darmos o nosso máximo, termos uma atenção muito especial com o público, sabermos qual é o nosso lugar, e enviar mensagens visuais e faladas corrosivas, tornem os nossos espectáculos únicos.
P.M. – Tu és uma pessoa muito ligada às artes como formação universitária, és músico, produtor e também elaboras os requintados cartazes dos vossos espectáculos. O teatro será um condimento a aprimorar?
Domino - Sem dúvida, e cada vez mais. O teatro é um pilar de peso nas minhas actuações, e só não vou mais longe porque não me é permitido. Música e teatro para mim e em palco são como um todo. Já fazer teatro numa peça ou companhia, é um dos outros sonhos ainda presentes.

P.M. – A revista online sobre cultura alternativa, “Sweet Dreams Magazine”, é um outro projecto teu, ao qual temos contribuído para a sua divulgção. Conta-nos como está a correr e quais os seus horizontes.
Domino – A Sweet Dreams Magazine nasceu com a intenção clara de dar uma ajuda a toda a cena undergound portuguesa, mesmo a todos aqueles que nunca sonharem terem uma oportunidade de divulgarem o seu trabalho. Esse é o principal objectivo, que tem vindo a ser cumprido, por isso tenho a percepção que esteja a correr bem. No horizonte está a continuação e melhoramento em alguns artigos e periodicidade, que é um calcanhar de Aquiles para pessoas que tem muitos projectos na calha. A curto prazo surgirá uma Sweet Dreams em duas línguas, de maneira a conseguir um maior raio de divulgação da arte feita em Portugal. A intenção é mostrar ao mundo o que o mundo desconhece por completo do nosso país.
P.M. – O vosso segundo trabalho, “Junkie Lollita”, ultrapassou o vosso lançamento anterior. Está mais bem pensado e aperfeiçoado, mas com o formato EP. Porquê?
Domino - O Junkie Lollita está com formato Ep, porque a altura de se fazer um CD ainda não tinha chegado. Não estou interessado em fazer um álbum, só para poder mostrar a toda a gente que temos um álbum. Quando a altura certa chegar editaremos um álbum. E actualmente interessa mais dar bons concertos que ter um album na mão. O álbum é só um instrumento de divulgação e um artefacto de coleção e algum orgulho para as bandas, deixou de ser aquele bem precioso e raro que só encontravas nas lojas. Nos dias de hoje lanças um álbum e 24 horas depois já está a circular livremente na Internet. Deixou de ser apetecivel às editoras e posteriomente às bandas gastarem rios de dinheiro sem depois terem retorno nenhum do dinheiro investido.
P.M. – A indústria discográfica japonesa continua fora do vosso alcance?
Domino - Por enquanto completamente fora do alcance. A malta em Portugal tem de meter os pés na terra e perceber que o mercado aqui é terceiro mundista, porque as mentalidades ainda são completamente terceiro mundistas, e se queremos estar em mercados altamente competitivos como é o caso do Japão, então primeiro que tudo temos que defender o nosso produto mas com uma mentalidade mundialista, e não com a mentalidade derrotista e do “deixa-andar-que-amanhã-logo-se-vê” portuguesa. O mercado musical é igual em todo o mundo, é feito de bandas, produtoras e público. Por isso acho que é possível qualquer banda chegar onde quer. Mas quando no nosso país o público não vai a festivais de concertos de 6 bandas portuguesas por 3 euros, por acharem que não vai valer a pena, quando as produtoras de eventos se choram e pagam uma mini e uma sandes de presunto às bandas e quando as próprias bandas acham muito bem as coisas serem assim e ficarem felizes porque vão tocar por tuta e meia ao bar do zé da esquina e a seguir apanharem todos uma bebedeira com cerveja barata e se calhar até paparem umas gajas que só não comem mais carne porque em excesso até faz mal à saúde...isso significa que não tens mercado, e nem estás a defender o teu produto, e ao não estares a defender o teu produto, tás a passar para fora a ideia de que todos funcionam assim e de que as bandas não são dignas de terem melhors condições. E ao fazeres isso tás a pôr em cheque o futuro de todas as bandas que tentam desesperadamente ir tocar a outros países...e isto tudo é triste, porque existem bandas de elevado nível em Portugal, e 98% delas nunca irão sair do distrito a que pertencem. E enquanto isto persistir, será altamente inviável a qualquer banda portuguesa, em Portugal sonhar sequer ir tocar sequer a França, que nem é assim tão longe daqui. A não ser que a malta esteja cheia de dinheiro e não se importe de investir do próprio bolso.
P.M. – Em Portugal já tocaram ao vivo com bandas nipónicas, como correu a experiência? E elas gostaram da nossa cultura?
Domino - Os Japoneses ainda sentem uma atracção por Portugal, devido ao que fomos no passado. Desse passado ficou sempre aquela curiosidade de tentarem saber como é que vive um povo de um país tão pequeno, com tão pouca gente e que conseguiu chegar ao Japão à 500 anos atrás. Os japoneses são um povo que tem honra em protegerem e divulgarem a sua cultura, mas ao mesmo tempo tem a facilidade de assimilarem tudo o que vem do resto do mundo e eles assimilam tudo, tudo o que acham que seja positivo para eles próprios. Portanto eles gostam tanto da nossa cultura, como gostam da cultura norueguesa, mexicana ou indiana. A experiência foi muito boa, mas são nessas alturas que vemos que as bandas portuguesas tem tanta qualidade como as de fora...mas vivem em mundos e mercados muito, mas mesmo muito diferentes...onde os meios são meio caminho andado para as bandas subirem...e são esses meios que as bandas portuguesas não tem e que muitas nem sequer sonham sequer existir.
P.M. – Qual dos períodos da história do Japão te fascinou mais, o feudalismo sangrento do período Edo ou o revolucionário período Meiji?
Domino - Sangue e revolução...são ambas fascinantes. Não conheço ao pormenor os períodos, mas ambos foram periodos importantes. Se tiver que decidir por um, opto pelo período Edo. Embora tenham havido muitas restrições a tudo o que era estrangeiro, penso que foi a época em que se fez mais no Japão, em todas as áreas.
P.M. – Que figuras, nas mais diversas áreas da arte japonesa, tens como eleição?
Domino - Na música gosto bastante do Tatsurou, vocalista de Mucc, Kyo dos Dir en grey. No cinema gosto bastante do Shinya Tsukamoto. Na fotografia o Araki. Tem admiráveis pintores, mas não me recordo de nenhum nome em especial. No design, são mestres, destaco Naoto Fukasawa. Artisticamente o Japão está repleto de grandes exemplos, demasiados para se ter apenas um ou dois em cada área.
P.M. – Queria agora te pedir para nos deixares uma mensagem para os nossos incansáveis e estimados leitores.
Domino - Continuem a acompanhar o Pedra de Metal. É um bom exemplo de preserverança e luta por uma cultura mais activa em Portugal. Lutem pelos vossos sonhos todos os dias, vivam a vossa vida e não as vidas dos outros. Paz.
Pedra de Metal – Para matares a curiosidade de todos, diz-nos qual o significado da palavra “Karuniiru”?
Domino - O nome original da banda é Carnille que é um anglicismo do élfico Tengwesta ou do Kwenyava, chamado de Qenya e a palavra é Karne (vermelho), porque Karnil é o Planeta Marte...Carnille, ou Carnil, mas a palavra pura é Karnil, o símbolo da força dos elfos! Em 2009 Carnille passou a chamar-se Karuniiru, que é a tradução possível de como os Japoneses dirão Carnille.De nome tem na sua essência: Encarnado, Marte, Luta, Preserverança, Força. Basicamente Karuniiru tem na sua essência de criação a junção élfica e japonesa.
P.M. – Sei que este projecto esteve, praticamente, estagnado durante uma época. Pensaste que nunca mais iriam voltar ao activo?
Domino - Admito que por um momento ou outro isso me tivesse passado pela cabeça. Mas no fundo, como Karuniiru se apresenta como um estado de arte constante, em que interessa um conjunto de vertentes artísticas e não apenas a música em si, é quase impossível acabar, independentemente dos músicos que por lá passam. No activo sempre esteve, a diferença é ter ou não músicos que queiram acompanhar o projecto ao vivo.
P.M. – Vocês têm se tornado conhecidos e acarinhados, pelo público que vos acompanha, devido à qualidade das vossas actuações. O que existe de tão especial nos concertos que dão?
Domino - Somos nós próprios, assumimos o nosso papel como entertainers de um público que quer uma mensagem, numa música com substância e energia, e ao mesmo tempo passarem bons momentos. Se calhar por todos darmos o nosso máximo, termos uma atenção muito especial com o público, sabermos qual é o nosso lugar, e enviar mensagens visuais e faladas corrosivas, tornem os nossos espectáculos únicos.
P.M. – Tu és uma pessoa muito ligada às artes como formação universitária, és músico, produtor e também elaboras os requintados cartazes dos vossos espectáculos. O teatro será um condimento a aprimorar?
Domino - Sem dúvida, e cada vez mais. O teatro é um pilar de peso nas minhas actuações, e só não vou mais longe porque não me é permitido. Música e teatro para mim e em palco são como um todo. Já fazer teatro numa peça ou companhia, é um dos outros sonhos ainda presentes.
P.M. – A revista online sobre cultura alternativa, “Sweet Dreams Magazine”, é um outro projecto teu, ao qual temos contribuído para a sua divulgção. Conta-nos como está a correr e quais os seus horizontes.
Domino – A Sweet Dreams Magazine nasceu com a intenção clara de dar uma ajuda a toda a cena undergound portuguesa, mesmo a todos aqueles que nunca sonharem terem uma oportunidade de divulgarem o seu trabalho. Esse é o principal objectivo, que tem vindo a ser cumprido, por isso tenho a percepção que esteja a correr bem. No horizonte está a continuação e melhoramento em alguns artigos e periodicidade, que é um calcanhar de Aquiles para pessoas que tem muitos projectos na calha. A curto prazo surgirá uma Sweet Dreams em duas línguas, de maneira a conseguir um maior raio de divulgação da arte feita em Portugal. A intenção é mostrar ao mundo o que o mundo desconhece por completo do nosso país.
P.M. – O vosso segundo trabalho, “Junkie Lollita”, ultrapassou o vosso lançamento anterior. Está mais bem pensado e aperfeiçoado, mas com o formato EP. Porquê?
Domino - O Junkie Lollita está com formato Ep, porque a altura de se fazer um CD ainda não tinha chegado. Não estou interessado em fazer um álbum, só para poder mostrar a toda a gente que temos um álbum. Quando a altura certa chegar editaremos um álbum. E actualmente interessa mais dar bons concertos que ter um album na mão. O álbum é só um instrumento de divulgação e um artefacto de coleção e algum orgulho para as bandas, deixou de ser aquele bem precioso e raro que só encontravas nas lojas. Nos dias de hoje lanças um álbum e 24 horas depois já está a circular livremente na Internet. Deixou de ser apetecivel às editoras e posteriomente às bandas gastarem rios de dinheiro sem depois terem retorno nenhum do dinheiro investido.
P.M. – A indústria discográfica japonesa continua fora do vosso alcance?
Domino - Por enquanto completamente fora do alcance. A malta em Portugal tem de meter os pés na terra e perceber que o mercado aqui é terceiro mundista, porque as mentalidades ainda são completamente terceiro mundistas, e se queremos estar em mercados altamente competitivos como é o caso do Japão, então primeiro que tudo temos que defender o nosso produto mas com uma mentalidade mundialista, e não com a mentalidade derrotista e do “deixa-andar-que-amanhã-logo-se-vê” portuguesa. O mercado musical é igual em todo o mundo, é feito de bandas, produtoras e público. Por isso acho que é possível qualquer banda chegar onde quer. Mas quando no nosso país o público não vai a festivais de concertos de 6 bandas portuguesas por 3 euros, por acharem que não vai valer a pena, quando as produtoras de eventos se choram e pagam uma mini e uma sandes de presunto às bandas e quando as próprias bandas acham muito bem as coisas serem assim e ficarem felizes porque vão tocar por tuta e meia ao bar do zé da esquina e a seguir apanharem todos uma bebedeira com cerveja barata e se calhar até paparem umas gajas que só não comem mais carne porque em excesso até faz mal à saúde...isso significa que não tens mercado, e nem estás a defender o teu produto, e ao não estares a defender o teu produto, tás a passar para fora a ideia de que todos funcionam assim e de que as bandas não são dignas de terem melhors condições. E ao fazeres isso tás a pôr em cheque o futuro de todas as bandas que tentam desesperadamente ir tocar a outros países...e isto tudo é triste, porque existem bandas de elevado nível em Portugal, e 98% delas nunca irão sair do distrito a que pertencem. E enquanto isto persistir, será altamente inviável a qualquer banda portuguesa, em Portugal sonhar sequer ir tocar sequer a França, que nem é assim tão longe daqui. A não ser que a malta esteja cheia de dinheiro e não se importe de investir do próprio bolso.
P.M. – Em Portugal já tocaram ao vivo com bandas nipónicas, como correu a experiência? E elas gostaram da nossa cultura?
Domino - Os Japoneses ainda sentem uma atracção por Portugal, devido ao que fomos no passado. Desse passado ficou sempre aquela curiosidade de tentarem saber como é que vive um povo de um país tão pequeno, com tão pouca gente e que conseguiu chegar ao Japão à 500 anos atrás. Os japoneses são um povo que tem honra em protegerem e divulgarem a sua cultura, mas ao mesmo tempo tem a facilidade de assimilarem tudo o que vem do resto do mundo e eles assimilam tudo, tudo o que acham que seja positivo para eles próprios. Portanto eles gostam tanto da nossa cultura, como gostam da cultura norueguesa, mexicana ou indiana. A experiência foi muito boa, mas são nessas alturas que vemos que as bandas portuguesas tem tanta qualidade como as de fora...mas vivem em mundos e mercados muito, mas mesmo muito diferentes...onde os meios são meio caminho andado para as bandas subirem...e são esses meios que as bandas portuguesas não tem e que muitas nem sequer sonham sequer existir.
P.M. – Qual dos períodos da história do Japão te fascinou mais, o feudalismo sangrento do período Edo ou o revolucionário período Meiji?
Domino - Sangue e revolução...são ambas fascinantes. Não conheço ao pormenor os períodos, mas ambos foram periodos importantes. Se tiver que decidir por um, opto pelo período Edo. Embora tenham havido muitas restrições a tudo o que era estrangeiro, penso que foi a época em que se fez mais no Japão, em todas as áreas.
P.M. – Que figuras, nas mais diversas áreas da arte japonesa, tens como eleição?
Domino - Na música gosto bastante do Tatsurou, vocalista de Mucc, Kyo dos Dir en grey. No cinema gosto bastante do Shinya Tsukamoto. Na fotografia o Araki. Tem admiráveis pintores, mas não me recordo de nenhum nome em especial. No design, são mestres, destaco Naoto Fukasawa. Artisticamente o Japão está repleto de grandes exemplos, demasiados para se ter apenas um ou dois em cada área.
P.M. – Queria agora te pedir para nos deixares uma mensagem para os nossos incansáveis e estimados leitores.
Domino - Continuem a acompanhar o Pedra de Metal. É um bom exemplo de preserverança e luta por uma cultura mais activa em Portugal. Lutem pelos vossos sonhos todos os dias, vivam a vossa vida e não as vidas dos outros. Paz.
segunda-feira, 15 de agosto de 2011
KARUNIIRU - Na final warm-up do UNDERFEST no Porto
terça-feira, 31 de maio de 2011
Karuniiru - Video de "A Breeze After Armageddon"
Os Karuniiru continuam com a sua promoção do Ep Junkie Lollita. E continuam em força, e aqui fica mais uma demonstração do seu talento, desta vez para a musica "A Breeze After Armageddon".
O video apesar de, segundo a banda, não ser oficial está muito bem conseguido.
quinta-feira, 5 de maio de 2011
UNDERFEST WARM-UP IV - Annihilation + Hands Of Guilt + Bellika + Karunniru @ Metalpoint, Porto, 21 de Maio
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PASSATEMPO - Vai ao lançamento do álbum dos Karuniiru e ganha um CD especial

É já este sábado dia 7 que os Karuniiru presentam no Revolver Bar o seu novo EP, no evento Make Your Armaggeddon II que vai contar ainda com a actuação de 7 outras bandas.
O Pedra de Metal juntou-se aos Karuniiru para oferecer uma cópia especial do EP com um design único e ainda vários material bónus.
Têm várias hipóteses de participar, basta irem ao concerto e:
1-Tirar foto do concerto dos Karuniiru
OU
2-Tirar foto com os Karuniiru antes ou depois do concerto
OU
3-Fazer vídeo de uma faixa para publicação no canal Sons Subterrâneos
OU
4-Fazer uma (pequena, não mais que 1500 caracteres) reportagem do concerto
Podem colocar as fotos e as mini-reportagens na nossa página do Faceboook ou envialas para o meu email (camonteiro1985@gmail). Caso tenham gravado vídeo de uma faixa basta enviarem para o email um link de um site de descargas (Mediafire, Megaupload, Rapidshare, etc) onde a faixa esteja alojada.
E existe ainda para os que não conseguirem ir ao evento uma quinta hipótese de participação:
5-Basta nos enviarem uma pequena descrição vossa do que quer para vocês dizer "Karuniiru"
Todo o material pode ainda ser entregue ao vocalista dos Karuniiru, Domino Pawo, que juntamente comigo e o resto dos Karuniiru anuciaremos o vencedor.
As participações podem ser submetidas até sábado, dia 21 de Maio, 15 dias após o concerto, e o vencedor será apresentado até segunda-feira dia 26.
sexta-feira, 29 de abril de 2011
Make Your Armageddon II
Uma grande noite de peso "Make Your Armageddon II", no Revolver Bar-Cacilhas, dia 7 de Maio. São oitp bandas a destilar a sua musica a partir das 18h.
Para além disso vai existir a apresentação ao vivo do novo Cd de Karuniiru, assim como a gravação de um videoclip.
Entrada = 5 Armageddons.
Entrada + Cd = 9 Armagedodns
Entrada + Cd + T-Shirt = 15 Armagedodns.
Para além disso vai existir a apresentação ao vivo do novo Cd de Karuniiru, assim como a gravação de um videoclip.
Entrada = 5 Armageddons.
Entrada + Cd = 9 Armagedodns
Entrada + Cd + T-Shirt = 15 Armagedodns.
segunda-feira, 18 de abril de 2011
LIVE REPORT - Karuniiru + Hate In Flesh + From Royal Hill @ Rock Kill Fest, Cascais, 15-04-2010

Pelos vistos o 80's Bar (antigo Lotus) em Cascais voltou a organizar concertos de música pesada, ao fim de anos em que nem implorando se fazia lá nada. Apesar de a noite ter estado meio cheia o dono disse-me que não percebia porquê, pois este tipo de eventos tem tido sempre saída. De qualquer maneira o Lotus nunca foi gigante, e este 80's Bar em pouco ou mesmo nada foi remodelado, até porque sinceramente não era necessário.
A banda que deu começo à noite foi a única cascalense presente, os From Royal Hill, de Tires, cujo baterista é da Margem Sul. A banda não esconde que a maioria dos seus elementos sempre foi fã de Hip Hop até que conheçeram (e se apaixonaram) pelo Hardcore. O resultado é uma banda de Metalcore com muita melodia e breakdowns à mistura. Em breve ficaremos a conhecer melhor os From Royal Hill, que já contam com o seu EP do qual apresentaram a música Choices.
Seguiram-se os Hate In Flesh, que o Pedra de Metal já vos tem dado a conhecer com reportagens recentes.
A banda luso-brasileira marcou um ponto histórico da sua ainda jovem carreira, foi num local muitos é mítico (afinal de contas o Lotus é o Lotus) que os Hate In Flesh iniciaram a sua Hate Me Tour e tiveram o seu primeiro álbum à venda pela primeira vez, e venderam algumas cópias. Da minha parte podem esperar em breve uma crítica (que será bem positiva) do álbum, por enquanto ouçam as faixas que os Hate In Flesh têm no seu MySpace.
A banda está cada vez mais concisa, mas não perde a intensidade até porque todos os elementos só querem é tocar mais, seja para audiências pequenas ou grandes, isto são artistas com qualidade e que gostam do que fazem. Não se esqueçam que no dia 30 de Abril se vai realizar no Revolver Bar em Cacilhas o Hate Me Fest, concerto de lançamento do álbum "Wandering Through Despair" que conta ainda com actuações dos Hang The Traitor, Qiasmo e Another Day Will Come.
Seguiram-se os Karuniiru que provaram mais uma vez que este se tratou de um concerto eclético e para quase todos os gostos. A banda do Seixal, que conta já com o que me parece ser um admirável seguimento na Internet, veio a Cascais apresentar o seu J-Metal (o "J" é de Japonês, pensem Anime e Videojogos e na cena musical que lhes está ligada, estão a ver o género?)e tanto encantar como deixar perplexo o público com a sua actuação.
Mais de que simplesmente tocar, os Karuniiru dão espectáculo, afinal de contas a sonoridade é um bocado marada e as vestes e actuações altamente teatrais ajudam quem não está dentre deste género a se identificar um pouco mais, visto que acima de tudo são actuações cheias de energia, e sim, muito peso. Foi com muita loucura e já tarde a más horas que a banda de Domino Pawo fechou a sua actuação.
Foi uma noite bem divertida e cheia de bom ambiente, pelo que nem sequer fez falta que a casa tivesse cheia. Acompanhem o Pedras nos próximos tempos porque vamos conhecer melhor os From Royal Hill, assim como continuar a acompanhar os Hate In Flesh na Hate Me Tour e os Karuniiru no lançamento do seu álbum na Internet, no início de Maio.
Como já havia sido anunciado o Pedra de Metal associou-se aos Hate In Flesh para fazer um passatempo alusivo à sua Hate Me Tour. Os detalhes serão publicados em post próprio em breve, mas memorizem as datas pois o Pedras terá flyers no local que serão necessários para a participação.
Adiantamos ainda que nos próximos tempos será revelado também um passatempo em parceria com os Karuniiru, para a oferta de um álbum assinado pela banda.
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quinta-feira, 7 de abril de 2011
Solid Spectrum - Novo EP "Spiritual and Carnal"
Aqui fica o comunicado da Kenosis Records:
"É com orgulho que anunciamos o lançamento do EP dos Solid Spectrum "Spiritual and carnal" que estará disponível para Maio.
Tracklist do EP:
1. All The Noises of a Broken Skull
2. Spiritual and Carnal
3. Steps of a Suicidal Travel
4. Supreme Cannibalism
5. Born to Evil
www.myspace.com/solidspectrum
Temos também na forja, o EP dos My Deception, "The age of no devotion".
www.myspace.com/mydeceptions
A acompanhar as novas tecnologias, a Kenosis Records edita também, em jeito de promoção com vista a um próximo lançamento, o EP dos Karuniiru.
A distribuição do álbum dos Machinergy, "Rhythmotion" também está a nosso cargo, pelo que as encomendas, deste ou de qualquer outro título do nosso catálogo podem ser adquiridas enviando um mail para kenosisrecords.sales@gmail.com
Mais informações em www.facebook.com/KenosisRecords e www.myspace.com/kenosisrecords"
"É com orgulho que anunciamos o lançamento do EP dos Solid Spectrum "Spiritual and carnal" que estará disponível para Maio.
Tracklist do EP:
1. All The Noises of a Broken Skull
2. Spiritual and Carnal
3. Steps of a Suicidal Travel
4. Supreme Cannibalism
5. Born to Evil
www.myspace.com/solidspectrum
Temos também na forja, o EP dos My Deception, "The age of no devotion".
www.myspace.com/mydeceptions
A acompanhar as novas tecnologias, a Kenosis Records edita também, em jeito de promoção com vista a um próximo lançamento, o EP dos Karuniiru.
A distribuição do álbum dos Machinergy, "Rhythmotion" também está a nosso cargo, pelo que as encomendas, deste ou de qualquer outro título do nosso catálogo podem ser adquiridas enviando um mail para kenosisrecords.sales@gmail.com
Mais informações em www.facebook.com/KenosisRecords e www.myspace.com/kenosisrecords"
segunda-feira, 4 de abril de 2011
KARUNIIRU - No ROCK KILL FEST em Cascais
segunda-feira, 31 de janeiro de 2011
segunda-feira, 3 de janeiro de 2011
Karuniiru - Novo single "Pink Bunny Kiss"
Os Karuniiru acabam de lançar um novo single "Pink Bunny Kiss". Este single que sai no ultimo dia do ano de 2010 serve de apresentação do novo Ep que a banda se encontra a preparar que deverá sair no final de Janeiro.
sábado, 20 de novembro de 2010
domingo, 14 de novembro de 2010
quinta-feira, 21 de outubro de 2010
segunda-feira, 9 de agosto de 2010
segunda-feira, 7 de junho de 2010
segunda-feira, 10 de maio de 2010
quinta-feira, 18 de março de 2010
terça-feira, 9 de março de 2010
Karuniiru - Concerto na Costa da Caparica

Uma banda com o apoio PEDRA DE METAL
P.S. Queres ver a tua banda divulgada? Faz como os Karuniiru, entra em contacto conosco, queremos divulgar as bandas que estão agora a começar, e tu podes fazer parte :) basta enviarem email para pedrademetal@gmail.com
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